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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no portal Brasil 247
O vice-presidente eleito e coordenador da transição de governo, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou, em entrevista à CNN Brasil, que o teto de gastos “do jeito que está hoje, é mais problema do que solução”.
“Vamos chegando num entendimento, que também é do Tesouro [Nacional] e do mercado, de que, embora a intenção seja boa, o teto de gastos, do jeito que está hoje, é mais problema do que solução. Tanto que não foi cumprido ano nenhum”, disse Alckmin.
A declaração faz referência aos quase R$ 800 bilhões de rombo fiscal no teto dos gastos ao longo dos quatros anos do mandato de Jair Bolsonaro (PL).
Na entrevista, Alckmin também ressaltou que o futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá buscar um novo modelo de âncora fiscal. Segundo ele, “responsabilidade fiscal precisa ser de maneira permanente”, e a proposta que está sendo trabalhada é uma conjunção de “superávit primário com a perspectiva de curva da dívida e gastos do governo”. “Mas isso tem que ser discutido ouvindo, debatendo e não é para esse momento”, completou.
“O governo do presidente Lula tem responsabilidade fiscal, já foi governo e, durante oito anos, teve superávit primário. É claro que pegou numa situação melhor, mas a dívida que era 60% do PIB foi reduzida para 40% do PIB”, destacou.
Ainda conforme a reportagem, “a proposta aventada por Alckmin tem similaridade com a que foi apresentada pelo Tesouro Nacional na segunda-feira (14) e também está baseada numa sugestão entregue pelo secretário de Fazenda e Planejamento de São Paulo, Felipe Salto, ao vice-presidente eleito na terça (15).
Foto reproduzida da Internet
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