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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O dólar terminou esta quarta-feira (25) em queda ante o real. É o menor nível da moeda norte-americana em quase três meses, ao passo em que a entrada de recursos do exterior dão suporte à divisa brasileira.
O dólar fechou em queda de 1,22%, cotado a R$ 5,0807. Veja mais cotações.
Com o resultado, a moeda acumula queda de 3,77% no ano e de 2,46% na semana.
O que está mexendo com os mercados?
Localmente, a entrada de recursos estrangeiros no país segue no radar, uma vez que ajudou o real em pregões recentes, enquanto operadores monitoram a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Uruguai, onde se encontrou com o presidente uruguaio, Lecalle Pou.
No dia anterior, Lula afirmou que o BNDES voltará a financiar obras na América Latina, dentro das possibilidades financeiras do Brasil.
A Petrobras informou que o comitê de elegibilidade se reuniu na terça-feira para analisar a indicação de Jean Paul Prates para os cargos de conselheiro de administração e presidente da estatal. Essa é uma das etapas que o executivo precisa percorrer antes de ser confirmado no cargo.
O futuro presidente da Petrobras deve ter uma ação alinhada ao governo, e terá como desafio a paridade dos preços com o mercado internacional, aponta a comentarista Ana Flor.
Na terça-feira, a Petrobras anunciou aumento no preço da gasolina — valor passou de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro, com acréscimo nominal de R$ 0,23 por litro, o que representa alta de 7,46%.
No cenário externo, a inflação global e temores de recessão econômica e suas consequências para a política econômica seguem como prioridade nos mercados internacionais.
Com pressão inflacionária e juros mais altos, a cautela permanece com o risco de recessão nos Estados Unidos, com o mercado aguardando novos discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) que possam indicar o rumo das taxas de juros no país.
Juros mais altos nos Estados Unidos elevam a rentabilidade dos títulos públicos do país, que são considerados os mais seguros do mundo. Assim, investidores migram para tais aplicações, em detrimento de ativos de risco como o mercado de ações e moedas do Brasil, o que pode desvalorizar o real frente o dólar.
Imagem reproduzida da Internet
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