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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em relação aos três primeiros meses do ano, na série com ajuste sazonal. O resultado foi impulsionado principalmente pela Agropecuária, que avançou 2,8%, enquanto Serviços e Indústria também registraram variações positivas, de 0,2% e 0,1%, respectivamente.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, o Produto Interno Bruto (PIB) somou R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre, dos quais R$ 2,9 trilhões corresponderam ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o PIB cresceu 2,0%. Nessa base de comparação, os três grandes setores da economia avançaram: Agropecuária, com alta de 6,8%; Indústria, com 1,5%; e Serviços, também com 1,5%.
O desempenho da Agropecuária foi sustentado pelo bom resultado da pecuária e por culturas relevantes no período. De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), divulgado em agosto, houve crescimento na estimativa de produção anual e ganho de produtividade em produtos como soja, com alta de 5,3%, e café, com avanço de 15,1%. Esses resultados compensaram o desempenho negativo do arroz, que caiu 11,3%, do algodão, com recuo de 6,7%, e a estabilidade do milho, que ficou em 0,0%.
Na Indústria, o avanço trimestral de 0,1% foi garantido principalmente pelas Indústrias extrativas, que cresceram 3,4% frente ao primeiro trimestre. Na comparação anual, o setor extrativo teve alta expressiva de 12,0%, influenciada pelo aumento da extração de petróleo e gás. A Construção também cresceu 1,0% em relação ao mesmo período de 2025.
Por outro lado, alguns segmentos industriais registraram retração. Frente ao trimestre anterior, caíram Eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos, com recuo de 1,1%; Indústrias de transformação, com queda de 0,4%; e Construção, também com baixa de 0,4%. Na comparação anual, as Indústrias de transformação recuaram 0,9%, enquanto Eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos caíram 0,5%.
O setor de Serviços, maior componente do PIB, avançou 0,2% em relação ao primeiro trimestre. As principais altas vieram de Informação e comunicação, com crescimento de 2,1%; Transporte, armazenagem e correio, com 1,1%; e Atividades imobiliárias, com 0,2%. Comércio e Outras atividades de serviços ficaram estáveis.
Ainda nos Serviços, houve queda na Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social, com recuo de 0,4%, e nas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, que caíram 0,3% frente ao trimestre anterior.
Na comparação com o segundo trimestre de 2025, porém, todos os segmentos de Serviços tiveram resultado positivo. Informação e comunicação liderou, com alta de 8,4%, seguida por Atividades imobiliárias, com 2,2%; Transporte, armazenagem e correio, com 1,2%; Outras atividades de serviços, com 1,1%; Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, com 1,0%; Comércio, com 0,9%; e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social, também com 0,9%.
Pela ótica da demanda, a Formação Bruta de Capital Fixo, indicador dos investimentos, cresceu 1,2% em relação ao primeiro trimestre. O Consumo do Governo avançou 0,4%. Já o Consumo das Famílias caiu 0,4% no período, indicando perda de fôlego na demanda doméstica das famílias na passagem trimestral.
Na comparação anual, o Consumo do Governo cresceu 3,1%, enquanto o Consumo das Famílias teve variação positiva de 0,5%. A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 1,4%, puxada pelo aumento da importação de bens de capital e pelo desenvolvimento de software.
No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 0,8% frente ao primeiro trimestre, enquanto as importações subiram 1,8%. Em relação ao segundo trimestre de 2025, tanto exportações quanto importações cresceram: as vendas externas avançaram 3,8%, e as compras do exterior subiram 5,5%.
Segundo o IBGE, a expansão das exportações de bens na comparação anual foi explicada principalmente pela extração mineral, pela agropecuária e por produtos alimentícios. Nas importações, os destaques foram veículos automotores, artigos de vestuário e materiais elétricos.
A taxa de investimento ficou em 16,1% do PIB no segundo trimestre de 2026, abaixo dos 16,6% registrados no mesmo período de 2025. Já a taxa de poupança alcançou 16,6%, ligeiramente acima dos 16,5% observados um ano antes.
No acumulado dos quatro trimestres encerrados em junho, o PIB cresceu 1,9% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. O resultado refletiu altas de 6,2% na Agropecuária, 1,4% na Indústria e 1,7% nos Serviços.
No primeiro semestre de 2026, a economia também acumulou crescimento de 1,9% frente ao mesmo período de 2025. A Agropecuária avançou 3,6%, a Indústria cresceu 1,6% e os Serviços tiveram alta de 1,8%.
Entre janeiro e junho, as Indústrias extrativas cresceram 12,5%, enquanto a Construção avançou 1,1%. Já Eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos recuaram 1,1%, e as Indústrias de transformação caíram 0,9%.
Nos Serviços, todos os segmentos tiveram expansão no semestre. Informação e comunicação cresceu 8,0%, Atividades imobiliárias avançaram 2,6%, Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados subiram 1,9%, Outras atividades de serviços cresceram 1,7%, Comércio avançou 1,0%, Administração pública teve alta de 1,0% e Transporte, armazenagem e correio cresceu 0,9%.
Pela demanda interna, o Consumo das Famílias aumentou 1,1% no semestre, enquanto o Consumo do Governo avançou 2,9%. A Formação Bruta de Capital Fixo ficou estável, em 0,0%. No setor externo, as exportações cresceram 5,5%, e as importações subiram 3,4%.
Imagem reproduzida da Internet
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