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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Geral

Editorial

Não sei por que tanta celeuma!

Sábado último a Penitenciária Federal de Segurança Máxima construída em Mossoró, segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, recebeu como seus novos hóspedes 11 presos de alta periculosidade, a maioria traficante, importados do Rio de Janeiro. Pronto, o assunto virou polêmica no estado principalmente entre os mossoroenses.

Até justifica-se a preocupação, afinal, os novos hóspedes, como são chamados, são de alta periculosidade. Mas cabe uma pergunta: Se o governo federal construiu essa penitenciária em Mossoró certamente já se sabia de antemão que era para abrigar criminosos e não ladrão de galinha. Sendo assim, era de se esperar a transferência dessa turma para Mossoró, assim como tem ocorrido em outras cidades brasileiras onde existem presídios federais. Além do mais a transferência dos apenados se deu através de ordem judicial, não foi o governo federal que determinou a vinda dos traficantes para o Rio Grande do Norte.

Em algumas localidades do país o governo teria que construir essas penitenciárias. Infelizmente o Rio Grande do Norte e mais especificamente Mossoró foi uma dessas localidades escolhidas. É justificável a preocupação do mossoroense, contudo não se pode jogar a culpa no governo, até porque não se tem notícias de que já houve alguma fuga nos presídios federais de segurança máxima.

O que se espera agora é que esses presdídios justifiquem essa segurança máxima. De resto não se pode engabelar o povo, o eleitor, dizendo que a primeira obra federal pelo governo Lula inaugurada no Rio Grande do Norte foi uma penitenciária de Segurança Máxima, como se o governo não desse importância ao estado. Isso é forçar a barra.

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