O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O fim da era Wilma
Após mais de vinte anos no poder, aí somados os anos como prefeita de Natal e os oito no governo do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria (PSB) deixa nesta quarta-feira (31) de ser governadora para concorrer a uma vaga ao Senado da República. A era Wilma chega ao seu fim com alguns acertos e desacertos.
Certa vez o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), em uma longa entrevista ao jornal JH Primeira Edição, do qual eu era editor de Política, disse que a reeleição de Wilma para o governo do Rio Grande do Norte representava o fim da era dos caciques da política potiguar, aí incluindo o seu primo, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) e também o senador José Agripino Maia (DEM-RN). Certamente Carlos Eduardo Alves tinha razão em afirmar isso. Os três citados foram governadores do estsdo por duas vezes, são sexagenários e devem encerrar suas carreiras políticas, como todo político, no Senado.
Carlos também disse na entrevista que era chegada a hora, depois de Wilma concluir o segundo governo, dos novos na política norte-riograndese, entre eles o próprio que vai disputar o governo do estado nas eleições deste ano. Incluiu também na lista o presidente da Assembléia Legislativa deputado Robinson Faria (PMN) e o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN). Claro e evidente que nesse rol poderiam estar os deputados federais Fábio Faria (PMN-RN), Felipe Maia (DEM-RN) e o deputado estadual Walter Alves. Mas esses, talvez, deverão fazer parte de uma outra página na política potiguar.
O fato é que Wilma de Faria ao deixar o governo do Rio Grande do Norte está encerrando sim um ciclo. Assim como teve o ciclo de Aluizio Alves e de Dinarte Mariz, para ficar nos mais recentes, encerra-se agora o ciclo de Wilma, Garibaldi e Agripino. Não que estes três não continuem a dar as cartas na política papa-jerimum, mas é possível que essa nova geração de políticos comece a dar os primeiros passos para tomar as rédeas.
Deixe uma resposta