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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Política

Editorial

O drama Kafkaniano do senador Garibaldi Alves

O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) vive um verdadeiro drama Kafkaniano. Ser ou não ser governista? O PMDB já decidiu: Vai apoiar mesmo a candidatura da ministra Dilma Ruosseff [Casa Civil] à Presidência da República nas eleições de 2010. O primo de Garibaldi, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder da bancada do PMDB na Câmara quer o apoio de Garibaldi ao projeto de Lula, ou seja: apoiar Dilma para presidente e o candidato a governador no Rio Grande do Norte a ser indicado pela governadora Wilma de Faria (PSB).

Mas Garibaldi faz mistério com o seu drama Kafkaniano. Por enquanto ninguém sabe – ou melhor – nem ele mesmo sabe quam vai apoiar para presidente nem para governador do Rio Grande do Norte. É o drama de ser ou não ser governo. Drama esse que terá que ser resolvido mais cedo ou mais tarde pelo senador potiguar. O tempo urge e ele não pode ficar nessa indecisão. Mas como tem dito que acompanha Henrique em qualquer decisão que ele vier a tomar, sobretudo no Rio Grande do Norte, tudo leva a crer que Garibaldi ficará mesmo no palanque governista. Alguns dirão: Mas isso é uma suposição! Claro. Assim como o senador Garibaldi vive o seu drama Kafkaniano tenho o direito também de fazer suposição. Ou não?

A verdade é que o dilema de Garibaldi não é nada interessante para o seu projeto político de se reeleger senador. A dúvida sobre quem vai apoiar quando o PMDB  já decidiu pelo apoio a Dilma Ruosseff indicando inclusive o candidato a vice-presidente deve ter deixado o senador peemedebista numa sinuca de bico sem tamanho. Resta agora aguardar o desfecho de tanto mistério que Garibaldi tem para dizer em que palanque vai subir nas eleições do próximo ano. Se no do governo ou no da oposição. A conferir!

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