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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Eleição atípica

A leitura que faço da eleição majoritária deste ano em Natal é que ela será atípica. Explico: Nenhum dos pré-candidatos lançados até agora têm sobrenome pertencente a uma oligarquia no Rio Grande do Norte. Todos, absolutamente todos, não fazem parte de famílias tradicionais que dominam a política local. Dirão alguns. Mas Micarla de Souza e Rogério Marinho, não são decendentes de políticos de tradição? Certo. Micarla é filha do saudoso senador Carlos Alberto de Souza. E Rogério Marinho leva o sobrenome de um político conhecido no RN, mas que também já faleceu. Falo do deputado Djalma Marinho. Mas que não exerceram nenhum poder político quanto os Maia, Alves e porquê não Faria no Rio Grande do Norte.

Sendo assim, todos os pretensos candidatos hipoteticamente estão em pé de igualdade na disputa que se travará em outubro. Mas em todo caso é bom se fazer uma ressalva. Como em toda campanha eleitoral, o candidato que tiver o apoio do sistema governista leva uma certa vantagem por dispor da máquina governamental, embora isso num eleitorado esclarecido como se imagina ser o de uma capital, é deixado de lado.

Um outro fator relevante é que o atual prefeito, no caso Carlos Eduardo Alves (PSB), não estará disputando uma reeleição. Isso é fundamental para os  concorrentes. Mais um dado que coloca todos os candidatos em pé de igualdade. Mas outros dirão. Micarla de Souza dispõe de uma emissora de televisão onde apresenta um programa e aparece todo dia no ar. Certo. Só que a campanha não começou ainda. Na hora em que a campanha começar pra valer todos terão a oportunidade de aparecer na telinha. Com a vantagem de mostrar suas propostas aos eleitores.

Daí achar que não existe um favorito nessa eleição. A campanha ainda não começou, e certamente vai se eleger prefeito de Natal aquele que melhor souber aproveitar suas potencialidades somado ao projeto de governo que tem a apresentar para o eleitorado.

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