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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A violência das patrulhas ideológicas
Em artigo primoroso publicado na Folha de S. Paulo no fim de semana (domingo, 07.02) o cineasta Luiz Carlos Barreto, produtor de “Lula, o Filho do Brasil” – a história e a saga familiar de dona Lindu, mãe do presidente Lula – analisa a polêmica, mais política do que cultural, desencadeada em torno de seu filme em exibição em circuito comercial no país.
“Poucos tiveram a honestidade intelectual e profissional de criticar o filme como uma obra cinematográfica, escolhendo contestar o direito que qualquer cineasta tem de fazer um filme sobre o assunto que bem entender!’, constata o cineasta, para quem “esse processo revela o espírito “patrulheiro” que ainda resta no Brasil como sequela do período autoritário da ditadura militar, quando Cacá Diegues denunciou as patrulhas ideológicas.”
Barretão confessa o seu espanto que “em pleno regime democrático que o Brasil vive e respira, haja lugar para esses procedimentos e expedientes antidemocráticos” e anuncia que seu filme já tem estréias marcadas na Argentina, no Chile, no Uruguai e no Paraguai ainda neste primeiro semestre de 2010, e na Colômbia, no Peru, na Venezuela, no Equador, na Bolívia e no México no segundo semestre do ano.
Para dimensionar bem o quanto seu filme é patrulhado Luiz Carlos Barreto constata, ainda: “Pode-se fazer filmes sobre Bush, Berlusconi ou Mitterrand pelo mundo afora, como tem acontecido. Pode-se fazer filmes sobre Getúlio, Juscelino, Tancredo, Jânio ou o empresário Boilesen. Mas sobre Luiz Inácio da Silva, não.”
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