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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Folha vê eleitorado cristalizado enquanto Lula mantém liderança com 39% das intenções no Datafolha

Está no Brasil 247

A corrida presidencial mantém um quadro de forte estabilidade entre os dois candidatos que lideram as pesquisas. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 36%, segundo o Datafolha divulgado na quinta-feira (17).

Em editorial publicado neste sábado (19), a Folha de S.Paulo avalia que os números apontam para uma “cristalização do eleitorado”, com poucas alterações relevantes mesmo diante de episódios de grande repercussão política, como o escândalo envolvendo o Banco Master e medidas recentes adotadas pelo governo federal.

Lula e Flávio permanecem tecnicamente empatados e mantêm ampla vantagem sobre os demais nomes testados. Augusto Cury (Avante), que havia subido de 2% para 8% no início de setembro, aparece agora com 6%. Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) ficam abaixo desse percentual.

O desempenho dos demais candidatos, segundo o jornal, passou a alimentar estratégias de voto útil nas campanhas de Lula e Flávio, que buscam ampliar suas respectivas bases ainda no primeiro turno.

Segundo turno segue apertado

As simulações de segundo turno também mostram disputas estreitas. Lula registra 46% contra 44% de Flávio Bolsonaro. Em eventual confronto com Augusto Cury, os dois aparecem com 44%. Contra Caiado, Lula marca 46%, diante de 42% do governador de Goiás.

A leitura feita pelo editorial é de que existe um contingente expressivo do eleitorado que se posiciona contra Lula independentemente do adversário apresentado nas simulações.

A Folha também associa o cenário eleitoral às medidas adotadas pelo governo ao longo do ano. O editorial classifica como de “caráter populista” um conjunto de aproximadamente 20 ações que, segundo o jornal, movimentariam perto de R$ 200 bilhões, citando entre elas iniciativas relacionadas ao preço dos combustíveis e o reajuste de 15% do Bolsa Família.

O jornal sustenta que, em uma eleição com margens reduzidas, medidas econômicas e sociais ainda podem influenciar a reta final da campanha, apesar da aparente consolidação das preferências registrada pelas pesquisas.

Caso Banco Master entra no cálculo eleitoral

Outro fator mencionado pelo editorial é a possibilidade de novos desdobramentos do escândalo do Banco Master produzirem efeitos sobre a corrida presidencial.

A Folha recorda que Flávio Bolsonaro perdeu espaço nas pesquisas após a divulgação de uma conversa com Daniel Vorcaro, antigo controlador do banco. De acordo com o texto, o senador teria discutido diretamente valores relacionados ao projeto do filme Dark Horse, em uma cifra de R$ 134 milhões.

O editorial afirma, entretanto, que o impacto eleitoral do episódio foi limitado e temporário. Na avaliação do jornal, a ampliação das investigações e da repercussão do caso para personagens ligados ao Supremo Tribunal Federal contribuiu para deslocar parte da atenção política que recaía sobre Flávio.

Ao tratar do ministro Alexandre de Moraes, a Folha observa que, embora ele tenha sido indicado ao STF pelo então presidente Michel Temer (MDB), sua atuação em processos envolvendo Jair Bolsonaro e em temas de interesse do governo Lula faz com que parte do eleitorado o associe politicamente ao atual presidente.

Editorial aponta filtro político sobre os fatos

A conclusão do editorial é de que a identificação prévia dos eleitores com seus candidatos passou a influenciar a maneira como acontecimentos políticos são interpretados.

Para o jornal, a relativa estabilidade nas intenções de voto sugere que denúncias, decisões judiciais, medidas econômicas e outros fatos de grande repercussão têm produzido impacto limitado sobre bases eleitorais já consolidadas.

Nesse cenário, a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro permanece concentrada em margens estreitas, enquanto os demais candidatos tentam romper uma polarização que, até o momento, segue refletida nos levantamentos eleitorais.

Ao tratar do ministro Alexandre de Moraes, a Folha observa que, embora ele tenha sido indicado ao STF pelo então presidente Michel Temer (MDB), sua atuação em processos envolvendo Jair Bolsonaro e em temas de interesse do governo Lula faz com que parte do eleitorado o associe politicamente ao atual presidente.

Editorial aponta filtro político sobre os fatos

A conclusão do editorial é de que a identificação prévia dos eleitores com seus candidatos passou a influenciar a maneira como acontecimentos políticos são interpretados.

Para o jornal, a relativa estabilidade nas intenções de voto sugere que denúncias, decisões judiciais, medidas econômicas e outros fatos de grande repercussão têm produzido impacto limitado sobre bases eleitorais já consolidadas.

Nesse cenário, a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro permanece concentrada em margens estreitas, enquanto os demais candidatos tentam romper uma polarização que, até o momento, segue refletida nos levantamentos eleitorais.

Fotos reproduzidas da Internet

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