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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A Associação dos Docentes da Universidade Estadual do RN (Aduern) encaminhou, dentro do prazo estipulado pelo Tribunal de Justiça do RN, esclarecimentos sobre a greve dos professores que completa hoje 100 dias. A mensagem enviada atende a uma solicitação do relator da matéria que pede a ilegalidade e abusividade do movimento paredista dos servidores da UERN que foi impetrada pelo governo do estado, através da universidade no último dia 30.
Na ação, a administração estadual solicitava uma liminar judicial que suspendesse imediatamente a paralisação. Entretanto, o desembargador Saraiva Sobrinho decidiu não conceder de imediato a liminar e abriu um prazo para ouvir as partes.
– Diante da relevância da matéria e dos direitos postos em conflito (educação x greve) reservo-me à análise do pleito liminar a momento posterior a manifestação dos requeridos”, diz o despacho do relator.
A Aduern considerou a decisão do relator como uma vitória, já que espera que na audiência de conciliação solicitada pela assessoria jurídica da entidade se obtenha um acordo.
– Prestamos todos os esclarecimentos solicitados pelo TJRN. Durante o período de greve, houve consenso em alguns pontos da pauta de reivindicações da categoria. Dessa forma, pedimos a homologação do Tribunal para essa parte que foi consenso e ainda uma audiência de conciliação para os pontos ainda em discussão, explica Lindocastro Nogueira, assessor jurídico do sindicato.
Para o professor Flaubert Torquato, presidente da Aduern, o principal responsável pelo impasse na UERN é o governo do estado que se manteve intransigente nas negociações.
– Por outro lado, a Aduern demonstrou equilíbrio e sensibilidade, mesmo nos momentos em que a categoria docente e a própria UERN sofreu insultos, ataques e ameaças por parte do governo, afirma.
Histórico
A greve dos professores da UERN foi iniciada no dia 31 de maio. No entanto, a campanha por mais verba para a universidade, melhores salários e melhores condições de trabalho teve início dois meses antes, em 31 de março. Na ocasião, foi definida a pauta de reivindicações da categoria docente que, entre outras, pedia autonomia financeira para a instituição, liberação de verbas e suplementação do orçamento da UERN, universalização do regime de trabalho de dedicação exclusiva e urbanização e segurança para a universidade. (Com informações da assecom da Aduern)
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