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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está na Folha Online
O prefeito Fernando Haddad (PT) disse na manhã de hoje, em entrevista ao “Bom Dia SP”, da Rede Globo, que é irreal a implantação de uma tarifa zero na cidade e que não existe a possibilidade de reduzir o valor da passagem, que aumentou de R$ 3 para R$ 3,20 no último dia 2.
Haddad voltou a afirmar que o reajuste ficou abaixo da inflação e que cumpriu compromisso de sua campanha. Segundo ele, se a prefeitura não subsidiasse a tarifa, o valor da passagem hoje seria de R$ 3,40. O prefeito disse ainda que a prefeitura gasta R$ 600 milhões de subsídios.
O prefeito disse que anteriormente chamou o Movimento Passe Livre para mostrar os custos do sistema de transporte público, mas que ninguém compareceu. Segundo ele, nenhum prefeito gosta de reajustar a tarifa porque “sabe que pesa no bolso do trabalhador”.
Violência
Na terça-feira (11), segundo Haddad, a população assistiu cenas de violência por parte dos manifestantes, com depredação a ônibus e ao patrimônio público. Ontem (13), disse o prefeito, as cenas de violência por parte da PM foram “lamentáveis e não condizem com São Paulo”.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública vai investigar supostos abusos por parte dos policiais durante o protesto.
O prefeito descartou a proposta feita pelo Ministério Público, feita na quarta-feira (12), de adiar por 45 dias o reajuste da tarifa para cessar as manifestações.
Ontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) também descartou a possibilidade de suspender o aumento das tarifas pelo período.
“Quanto a reduzir o valor da passagem, não há possibilidade”, afirmou o governador, que foi a Santos com o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, inaugurar uma delegacia e anunciar investimentos em segurança na região. “O reajuste foi menor que a inflação, tanto nos trens e metrô quanto nos ônibus”, disse Alckmin.
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