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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia, Política

Haddad obteve apoio de Lula para meta de déficit zero ao se comprometer com contingenciamento menor em 2024

Está no Brasil 247

Na esteira da primeira vitória na luta pela manutenção da meta de déficit zero em 2024, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comprometeu-se com um contingenciamento de despesas do Orçamento no início do próximo ano, podendo atingir no máximo R$ 26 bilhões, segundo reportagem do Estado de S. Paulo. Este valor representa metade da quantia inicialmente prevista, que alcançava R$ 53 bilhões.

Haddad assegurou que, caso o bloqueio seja efetivado, ele seria dividido igualmente entre as despesas de investimento do Executivo e as emendas propostas por senadores e deputados. Contudo, as lideranças do Congresso demonstram ceticismo em relação a essa cifra, buscando garantias de que as emendas serão preservadas.

As sinalizações de Haddad e das lideranças do Congresso foram emitidas durante uma reunião na quinta-feira (16), na qual o governo comunicou ao relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), deputado Danilo Forte (União-CE), a manutenção da meta para 2024. Este anúncio ocorreu apesar dos alertas de que, no cenário atual, seria necessário um corte bem superior aos R$ 53 bilhões mencionados pelo ministro.

Na reunião, Tebet assumiu um tom conciliatório, concordando com a visão do relator de que a meta de déficit zero dificilmente seria atingida no atual contexto. O tamanho do bloqueio está no centro do acalorado debate sobre a meta fiscal. Em uma reunião com parlamentares há duas semanas, o presidente Lula declarou que não cortaria nem uma vírgula do Orçamento de 2024, destacando a importância de aprovar o Orçamento ainda este ano.

Segundo um interlocutor presente na reunião, a leitura é de que o presidente Lula aceitou a manutenção da meta, dando mais tempo para Haddad obter apoio do Congresso às medidas arrecadatórias. Este gesto, segundo a fonte, demonstra a cautela do presidente diante do impacto das eleições na Argentina e o receio com o cenário de desaceleração econômica no final deste ano.

Foto reproduzida da Internet

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