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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no portal Brasil 247
O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu uma harmonia entre a política fiscal e a política monetária, definida pelo Banco Central (BC). A declaração veio após mais um dia de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao patamar do juro básico da economia e à política monetária do BC, informa o G1.
“Vamos, como eu disse já várias vezes, harmonizar a política fiscal com a política monetária, uma ajuda a outra. A política fiscal ajuda a política monetária, mas não podemos nos esquecer que a política monetária ajuda a política fiscal”, disse Haddad.
“Então, é como se fosse um organismo com dois braços, que têm que trabalhar juntos em proveito do mesmo objetivo”, concluiu.
No comunicado em que informa sobre a decisão de manter os juros básicos em 13,75%, o Copom alertou sobre as incertezas do cenário fiscal e indicou que deve manter os juros elevados por “período mais prolongado” de tempo para conter a inflação.
Para o ministro, a nota do Copom poderia ter sido “um pouco mais generosa” com o governo atual diante das medidas anunciadas em janeiro para melhorar as contas públicas.
Haddad também apontou que, em 30 dias de governo, não vai conseguir resolver um “passivo de 300 bilhões que foi herdado do governo anterior” e que continuará perseguindo “resultados melhores”, tendo como “compromisso o equilíbrio das contas”.
Foto reproduzida da Internet
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