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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
As investigações da Operação Compliance Zero indicam que Henrique Moura Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, contava com pessoas que atuavam em seu favor dentro da Polícia Federal, segundo documentos de inquérito preliminar obtido pelo blog.
Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão na residência de Henrique Vorcaro, os investigadores encontraram uma impressão de uma captura de tela do sistema Sinapse, ferramenta de inteligência de acesso restrito e uso exclusivo da Polícia Federal.
O documento apreendido registrava uma consulta detalhada aos dados pessoais de Augusto Conte, ex-sócio de Daniel Vorcaro.
O documento foi produzido pela Polícia Federal e encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do Caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (16), o ministro retirou o sigilo dos autos.
Para os investigadores, o fato de um civil estar de posse de um registro extraído de um sistema interno e sigiloso da corporação reforça a suspeita de que Henrique Vorcaro contava com colaboradores dentro da Polícia Federal.
Segundo a Polícia Federal, esses “braços” atuavam de forma ilícita em favor dos interesses do grupo, realizando pesquisas sobre pessoas consideradas estratégicas pelos investigados.
A informação consta de um ofício enviado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento reúne uma análise preliminar do material apreendido durante a sexta fase da Operação Compliance Zero.
De acordo com o documento, a apreensão “corrobora a hipótese (…) de que Henrique Vorcaro dispunha, em seu favor, no âmbito da Polícia Federal, de servidor(es) disposto(s) a acessar, de maneira ilícita, os sistemas internos da corporação para atender a seus interesses pessoais”.
A investigação aponta que o acesso clandestino a dados sigilosos era utilizado para dar suporte às atividades da estrutura que, segundo a PF, era liderada pela família Vorcaro e pelo operador Manoel Mendes Rodrigues.
Fotos reproduzidas da Internet
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