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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia

IPCA contraria expectativas e deve voltar ao intervalo da meta em 2023; entenda a queda da inflação

Está no g1

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga nesta quinta-feira (11) os números finais da inflação oficial do Brasil. Contrariando as expectativas do início de 2023, o indicador deve fechar o ano abaixo do teto da meta de inflação.

O sistema de metas determina que o Banco Central (BC) deve fazer o manejo da taxa básica de juros, a Selic, para levar a inflação a um número específico a cada ano.

Quem determina esse número é o Conselho Monetário Nacional (CMN), composto pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e pelo próprio presidente do BC. Em 2023, a meta de inflação era de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos (de 1,75% a 4,75%).

O país não atingia nem mesmo o teto da meta desde 2020. E as projeções de economistas no início de 2023 diziam que o ano não seria diferente.

O primeiro boletim Focus do ano passado — relatório divulgado pelo BC com os números esperados por mais de 100 instituições financeiras do país — mostrava que os especialistas previam uma inflação fechada de 5,31% em 2023.

Uma porção de fenômenos, porém, fez com que a projeção do Focus para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caísse quase 1 ponto percentual, para a casa dos 4,46%.

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