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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Isso as redes sociais não valorizam e a imprensa não destaca. E a reflexão de Ricardo Lagreca

O secretário estadual de Saúde do Rio Grande do Norte, Ricardo Lagreca,  entregou na última sexta-feira (14) a nova UTI do Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, na Grande Natal, com 10 leitos já funcionando plenamente (veja foto). Na semana passada, a direção do Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, região oeste do estado, divulgou que o Arco Cirúrgico há um ano quebrado, havia sido reparado e que com isso, cirurgias que antes teriam que ser realizadas no Walfredo Gurgel, em Natal, não mais precisariam, pois o HRTM já podia realizá-las. A título de exemplo, no mesmo dia em que o aparelho voltou a funcionar uma criança foi cirurgiada no hospital, caso contrário teria que ser encaminhada ao HWG.

Ainda neste sábado (15), a direção do HRTM me passou a informação de que na última semana o hospital teve uma grande superlotação, mas que devido aos esforços dos médicos, servidores e das cooperativas médicas, ontem, pelo menos, só tinha 12 pacientes no repouso masculino, 13 no feminino, ninguém nos corredores e 14 vagas na clínica cirúrgica.

Hoje, pelo watsapp, Dr. Lagreca me informou que por volta das 6h foi solicitado para encaminhar uma solução para a perda de energia no Hospital Deoclécio Marques. Lagreca esclareceu que a direção do hospital, no entanto, já havia tomado as medidas emergenciais para evitar maiores consequências como levar risco as pessoas internadas na unidade hospitalar, sobretudo, as que estão na UTI. “Todavia, tínhamos que definir a sua continuidade até a resolução completa. Entretanto, louvo a atitude da diretora do hospital, Dra Denise e sua equipe na condução do problema”.

Ricardo Lagreca e a reflexão sobre a saúde pública

– Somos expostos a fatos que por mais que trabalhemos sempre estão próximos a nós, mesmo que estejamos atuando para corrigí-los nas suas origens. Uma perda de energia, mesmo que de causa externa, num hospital deixa sequelas na já sofrida rede interna, prontamente administrada afim de não permitir danos às pessoas sob nossa responsabilidade. Isso é uma amostra desta constante exposição.

Também em uma outra visão, o trabalho para se resolver a superlotação no final de semana nos hospitais da rede pública sacudido por uma greve que já dura mais de 60 dias, merece o nosso  aplauso. Belo trabalho desenvolvido pelos seus diretores e grupos de trabalho.

Não bastando ainda, temos que estar preparados para as eventualidades de uma má conduta que possa existir e enfrentá-las no rigor que mereça. São por estas e outras razões que a administração da saúde pública é ainda trabalhosa. Necessário se faz, contudo, uma reflexão mais profunda de como a saúde é mesmo diferente.

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2 Responses to Isso as redes sociais não valorizam e a imprensa não destaca. E a reflexão de Ricardo Lagreca

  1. Charles disse:

    … as redes sociais não “valorizam” e a … fica a dica.

  2. Carlos A. Barbosa disse:

    Isso, amigo. Um lapso.

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