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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, manifestou solidariedade à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e à senadora Damares Alves (Republicanos-DF), afirmando que mulheres vítimas de violência e ataques devem receber apoio independentemente de posicionamentos políticos. As declarações foram feitas em entrevista ao programa Frente a Frente, do Canal UOL, exibida na segunda-feira (13).
Janja afirmou que a violência contra as mulheres transcende disputas ideológicas e ressaltou que o enfrentamento à misoginia deve unir mulheres de diferentes correntes políticas.
“Total solidariedade a elas. Eu acho que qualquer mulher agredida, a gente não pode soltar a mão. Não importa qual é o campo ideológico dela.”
Na sequência, a primeira-dama reforçou que a violência de gênero afeta mulheres de todos os espectros políticos.
“A questão da violência contra a mulher, a misoginia, ela não tem lado. Ela não tem direita nem esquerda, conservadora ou progressista. É uma onda que vem de todos os lados e atinge a todas nós igualmente. É importante que seja dito.”
Janja faz ressalva sobre Michelle e Damares
Apesar de declarar apoio às duas lideranças conservadoras, Janja afirmou que espera que Michelle Bolsonaro e Damares Alves compreendam a gravidade das pautas relacionadas à violência contra as mulheres.
“Acho que é importante que elas tenham entendido que nada do que a gente fala é mimimi.”
A declaração ocorre após Damares denunciar, em discurso no Senado, que mulheres da direita estariam sendo alvo de ataques nas redes sociais, especialmente Michelle Bolsonaro. Segundo a senadora, até a filha da ex-primeira-dama teria sido alvo de ofensas e insinuações.
As críticas surgiram depois que Michelle revelou publicamente desentendimentos com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República. Em vídeo publicado nas redes sociais em 24 de junho, ela afirmou que foi “humilhada” e “maltratada” pelo enteado. Embora Flávio tenha pedido desculpas, novos episódios públicos mantiveram a tensão entre ambos.
Damares também relatou ter sido alvo de ofensas pessoais. “Tenho sido vítima dos mais terríveis e vis ataques. Me deram até um amante, aos 62 anos de idade. É claro que estou procurando marido, mas atacar a honra de uma mulher dizendo que sou amante de um pastor, dizendo coisas das mais absurdas que vocês possam imaginar…”
Primeira-dama relembra episódios de assédio
Na entrevista, Janja revelou ainda que já sofreu assédio em duas ocasiões enquanto exercia o papel de primeira-dama, mas optou por não tornar os episódios públicos naquele momento.
“Não falei porque eu não quis. Porque uma mulher não é obrigada a falar que ela foi [assediada]. Porque ninguém sabe o que uma mulher passa quando ela é assediada, quando ela sofre uma violência. Os homens cobram demais a gente sobre isso [falar sobre o assédio].”
Ela já havia mencionado esses episódios anteriormente, em entrevista ao programa Sem Censura.
Conversa com Giorgia Meloni sobre feminicídio
Outro tema abordado foi o combate ao feminicídio. Janja afirmou que vem dialogando com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, para ampliar a discussão internacional sobre o tema.
Foto reproduzida da Internet
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