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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Blog da Camila Bomfim
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou apenas uma vez com a procuradora-geral da República interina, Elizeta Ramos, segundo auxiliares. E não foi uma reunião marcada, institucional, entre os dois. Foi um encontro rápido e cordial na posse de Luís Roberto Barroso no comando do Supremo Tribunal Federal (STF).
Após os discursos, as autoridades foram cumprimentar Barroso. E foi neste momento que Lula e Elizeta se falaram.
Ao blog, fontes afirmaram que no encontro, após os cumprimentos dos dois, a procuradora-geral interina ouviu de Lula uma frase lacônica, de quem ainda não decidiu sobre o comando da Procuradoria: “Vamos aguardar um tempinho”.
Segundo interlocutores, os dois riram e seguiram, se cumprimentaram e Lula continuou para falar com as demais autoridades.
Elizeta é conhecida por ser “espontânea”. A abordagem dela com autoridades e assessores é, muitas vezes, menos formal e sisuda do que o padrão. Ela está há quase um mês no comando da PGR, fazendo uma gestão discreta, sem entrevistas, como o blog já tinha antecipado.
No dia 27 de setembro, assim que assumiu, Elizeta apresentou o tom da sua passagem temporária pelo cargo: “Pretendo apenas mostrar trabalho, sem entrevistas”, disse ela por mensagem.
A interinidade é fruto da indecisão de Lula sobre quem ocupará a PGR de forma definitiva. O cargo é um dos mais importantes e de complexa escolha para o presidente, que, no terceiro mandato, passou a adotar o critério da confiança – não mais o da lista tríplice sugerida pela associação de procuradores.
Elizeta tem tocado pautas e manifestações – assinadas por sua equipe – de forma oposta à do ex-procurador-geral da República Augusto Aras.
O exemplo mais recente foi a PGR, sob o comando dela, ter se manifestado no Supremo Tribunal Federal a favor da operação deflagrada nesta sexta-feira (20) para investigar suposto monitoramento ilegal de celulares por parte de servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
O parecer favorável da PGR é assinado pela vice-procuradora-geral da República Ana Borges, com o aval também da chefe interina do órgão, Elizeta Ramos.
Em março, sob Aras, a então vice-PGR Lindôra Araújo havia defendido que a investigação sobre a conduta dos servidores da Abin fosse arquivada.
Foto: Portal Amo Direito
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