O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
O advogado Marco Aurélio Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas e integrante da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reagiu à nota da revista Veja, em que a publicação tenta justificar a notícia falsa divulgada na sexta-feira (9), sobre uma eventual acusação de Daniel Vorcaro contra integrantes do governo. Na nota, Veja admite que seu áudio foi editado e manipulado pela própria revista. Ao que tudo indica, Vorcaro foi gravado por um de seus advogados para tentar sair da cadeia num eventual governo Flávio Bolsonaro. Leia, abaixo, a íntegra da nota de Marco Aurélio Carvalho:
Veja comete crime eleitoral, admite que editou gravação de Vorcaro e protege criminoso que gravou o ex-banqueiro na cadeia
A revista Veja, mais uma vez, cometeu um crime eleitoral, às vésperas de uma eleição presidencial para tentar interferir ilegalmente no processo democrático. Desta vez, ao divulgar um áudio do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com supostas acusações contra integrantes do governo Lula.
Ao tentar defender sua acusação falsa, em nota divulgada neste sábado, a revista Veja, admitiu não apenas o crime eleitoral, mas também um segundo delito: a gravação ilegal de um presidiário.
Em sua resposta, Veja admite que o áudio de Vorcaro foi editado e a voz do interlocutor foi suprimida. “Foram suprimidas cinco falas curtas dos áudios publicados para proteger a fonte (um direito garantido pela Constituição), totalizando 15 segundos de cortes”, diz a nota de Veja.
Veja foi forçada a divulgar sua confissão porque sabe que Vorcaro não depôs à Polícia Federal nem à Procuradoria-Geral da República. Ao que tudo indica, ele foi gravado por um de seus próprios advogados, de forma criminosa, com um interesse claro: eleger Flávio Bolsonaro e obter a liberdade de seu cliente por meio de uma manipulação política.
O sigilo da fonte não protege crimes, nem armações eleitorais. Em razão disso, a reportagem será alvo de diversas ações criminais e representações junto à Justiça Eleitoral, com a urgência devida.
Foto reproduzida da Internet
Deixe uma resposta