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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, está conduzindo uma ampla estratégia para ampliar a influência de governos de direita na América Latina e vê a eleição presidencial brasileira como uma das principais disputas geopolíticas da região. A avaliação é do jornalista Guga Chacra, em coluna publicada no O Globo, na qual sustenta que Rubio pretende atuar intensamente para favorecer a candidatura de Flávio Bolsonaro e impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo Chacra, Rubio conduz a política norte-americana para a América Latina com elevado grau de autonomia em relação ao presidente Donald Trump, assumindo protagonismo na formulação de iniciativas diplomáticas voltadas ao redesenho do cenário político regional.
Brasil é visto como peça central
De acordo com a análise, o Brasil ocupa posição estratégica nesse projeto. Chacra afirma que Rubio já adotou medidas consideradas hostis ao governo brasileiro, entre elas a suspensão do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, e que seu objetivo político seria fortalecer a candidatura de Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais de outubro.
Na avaliação do colunista, uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro representaria uma importante vitória ideológica para Rubio e consolidaria um continente mais alinhado ao trumpismo. Em sentido oposto, uma reeleição de Lula significaria um revés para essa estratégia.
Pressão diplomática e econômica
Segundo Guga Chacra, Rubio pretende utilizar diferentes instrumentos de pressão para ampliar a influência dos Estados Unidos na região. Entre eles estariam medidas tarifárias, iniciativas diplomáticas e até propostas de classificação de determinadas organizações brasileiras como grupos terroristas.
Na visão apresentada pelo colunista, o secretário de Estado busca construir uma América Latina politicamente alinhada aos interesses estratégicos de Washington e marcada pela predominância de governos conservadores e de direita.
Estratégia regional
A coluna também afirma que Rubio desempenha papel central na condução da política norte-americana em diversos países sul-americanos.
Segundo Chacra, sua atuação se estende à Venezuela e alcança países como Equador, Colômbia, Chile, Paraguai, Peru, Bolívia e Argentina. O jornalista observa que parte desses governos mantém boas relações institucionais com Lula devido ao peso econômico do Brasil, enquanto outros, como o presidente argentino Javier Milei, adotam uma postura de enfrentamento ao governo brasileiro e convergem politicamente com Rubio.
Trump teria delegado a política latino-americana
Na avaliação apresentada por Guga Chacra, Donald Trump demonstra interesse limitado pela política latino-americana e teria delegado a Marco Rubio a condução dos assuntos da região.
O colunista sustenta que, após mudanças recentes no cenário venezuelano, Rubio passou a concentrar ainda mais poder na definição da estratégia norte-americana para a América Latina, buscando consolidar uma influência duradoura dos Estados Unidos sobre governos considerados estratégicos.
Ao longo da análise, Chacra argumenta que a disputa presidencial brasileira tornou-se um dos principais testes dessa estratégia regional e que o resultado das eleições poderá ter repercussões para o equilíbrio político do continente.
Foto reproduzida da Internet
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