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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
– O governo do estado não vai acabar com o Movimento de Integração e Orientação Social. Essas foram as palavras do secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes. Segundo ele, “não cabe ao estado extinguir, como também não cabe ao governo manter o Meios”.
O secretário falou também que, legalmente, o governo do estado não tem obrigação nenhuma com a ONG, já que “o Meios é uma organização não-governamental e, por isso, não cabe ao estado arcar com as despesas desta Ong”.
De acordo com Paulo de Tarso, a governadora Rosalba Ciarlini está estudando a situação do Meios, principalmente levando em consideração o problema social gerado com os funcionários da instituição. A orientação da governadora é analisar com cautela a realidade da Ong e o que pode ser feito para atender à demanda do pessoal para indenizá-los na medida do possível.
– Rosalba pediu que as medidas fossem baseadas na responsabilidade que o estado assume dentro de sua política de administrar com seriedade a coisa pública, concluiu Paulo de Tarso. (Com informações da assecom do governo do RN)
Análise da Notícia
Lamentavelmente os governos Wilma de Faria (PSB) levaram o fim do Movimento de Integração e Orientação Social (Meios), uma ong que por ironia do destino foi criada pela própria Wilma quando primeira-dama no governo de seu ex-marido Lavoisier Maia. O Meios nos governos socialista de Wilma de Faria serviu como cabide de emprego, além de ter sido utilizado por ela e sua família políticamente principalmente em anos de eleições. Lembro que na disputa pelo governo do estado quando Wilma foi candidata a reeleição contra o hoje senador-ministro Garibaldi Alves, os funcionários do Meios foram obrigados a ir à rua pedir votos para Wilma. Como as cores do PSB são amarelo e vermelho, os funcionários utilizavam camisetas amarelas num dia e no outro vermelha. Também numa das chamadas “Onda Vermelha” realizadas em Natal, nesta mesma campanha, foram colocadas nos canteiros das principais avenidas da capital potiguar enormes faixas vermelhas, compradas com recursos destinados a ong. Isso sem falar em outros abusos cometidos no governo Wilma de Faria.
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