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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A declaração acima é do secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, ao classificar o tumulto da noite de quarta em manifestação ocorrida no Leblon, em frente ao edifício onde reside o governador Sérgio Cabral, que ocorreu em paz na maior parte do tempo e acabou em confronto e atos de vandalismo.
– Existem protocolos e maneiras de você atuar dentro de manifestações planejadas. Não há um protocolo no mundo para se atuar em turba ou confusão, disse o secretário
Segundo Beltrame, a polícia tem que agir de forma fria durante as manifestações.
– Não há um manual, nada mágico para você resolver a situação como ontem. Está na capacidade e poder de discernimento para agir neste contexto. (veja fotos do jornal O Globo clicando aqui)
Tenho que concordar com o secretário. Quem vai para uma manifestação pacífica não vai mascarado para esconder o rosto. Isso é coisa de bandido com o firme propósito de criar arruaça e intimidar as pessoas. O protesto é um direito do cidadão – já falei isso em outras oportunidades -, desde que seja pacífico, sem arruaças e sem depredações do bem público ou privado.
O que vem ocorrendo no Rio de Janeiro e em alguns lugares do país é inadmissível. Protestar, ir as ruas cobrar os seus direitos é uma coisa. Vandalismo é outra totalmente diferente. Prova maior disso foi o impeachment de Fernando Collor. O povo foi as ruas pacificamente, sem depredar órgãos públicos e privados. Ordeiramente se fez pressão para que o Congresso Nacional impedisse Collor de continuar governando o país. Melhor exemplo que isso impossível.
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