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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Essa declaração teria sido dita após a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte ter sido ocupada pelo Ministério Público e policiais militares numa operação denominada “Dama de Espadas”, para apurar o desvio de R$ 5,5 milhões num esquema de corrupção na Casa.
A informação me foi passada por uma fonte, que garante que quem lhe deu faz parte do quadro de pessoal da Assembleia Legislativa. E mais: essa mesma fonte assegura que quem ouviu a declaração “não venha não que a casa caiu”, ouviu de uma outra pessoa também envolvida diretamente no esquema, mas que não é do quadro de pessoal.
A intrincada história remete a coisa mais cabeluda ainda dentro do rumoroso escândalo da “Dama de Espadas”. Como escrevi em Editorial anterior sob o título “Dama de Espadas: ruiu o castelo de areia ou foi só pra inglês ver?”, parece que o castelo é mesmo mal-assombrado. Ou seja, existem “fantasmas” do baixo clero e do alto clero, como se costuma dizer nas Casas legislativas.
A bem observadora fonte informou ainda que a sua fonte lhe disse que há “cruzamentos” de interesses do baixo e alto clero. Como observei no texto passado, se a Dama de Espadas não foi só pra inglês ver, o castelo de areia tem muito mais pra ruir. Ou, em outras palavras, a casa pode cair.
Aguardemos, pois de acordo com os promotores as investigações terão desdobramentos. Que desdobramentos serão estes só o tempo dirá.
A conferir!
Caro Jornalística Carlos Barbosa, Data Vênia à quem diferentemente pensa, à meu ver viemos e vivenciamos um delicado, porem, fecundo e auspicioso momento político, jurídico e cultural em nosso país.
Quando efetivamente grande parcela daquelas pessoas e (ou) instituições que antes passavam ao largo de quaisquer inquéritos policiais, investigações de toda ordem, prisões, e, porventura punições, sejam elas de cunho cível e (ou) penais.
Atualmente veem, de fato, seus castelos de cartas soçobrarem e caírem, tenham em seu comando interior interior damas de espadas e (ou) não. O fato, é que, mesmo a despeito do conchavos políticos, omissões institucionais e arroubos midiáticos de alguns dos seus integrantes, por vezes vinculados à direta e (ou) a esquerda, suas mazelas próprias e naturais a qualquer instituição composta por humanos, o Ministério público e as Policias, sobretudo a Policia Federal,têm demonstrado serem os principais núcleos institucionais a levarem a cabo, valiosas investigações, as quais em um futuro não muito distante, os brasileiros efetivamente conscientes da imprescindível valia do processo democrático, irão, de fato se orgulhar do nosso país e, com orgulho lembrar dessa quadra histórica, a qual com todos os percalços, medos e instabilidades, atravessamos e atravessaremos sob o signo do respeito a normalidade democrática e o estado democrático de direito, tão mal compreendido e manipulado pelos de má fé, os ignorantes de plantão e muitos golpistas e fascistas, os quais historicamente sempre oportunizam qualquer crise política e (ou) econômica, dando-lhes midiaticamente dimensão descabida, desproporcional na tentativa manifesta de fazer voltar os tempos de chumbo.
Um abraço
FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARAÚJO.
OAB/RN. 7318.