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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no Correio Braziliense
Em um esforço para recuperar a credibilidade da política fiscal e evitar o rebaixamento do país às vésperas da eleição na qual a presidente Dilma Rousseff tentará um novo mandato, o governo anunciou, ontem, um corte de R$ 44 bilhões no Orçamento deste ano. Prometeu, ainda, entregar um superavit primário (economia para pagar os juros da dívida) de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 99 bilhões.
Apesar de mais plausível que os 2,3% previstos em lei, essa meta foi vista com cautela pelos mercados. Todos querem ver os resultados mensais para comprovar se os números anunciados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, são consistentes ou estão maquiados, como se tornou recorrente. A cautela faz sentido. Dos R$ 44 bilhões contingenciados, R$ 13,5 bilhões se referem a reestimativas de despesas, incluindo as da Previdência Social. Outros R$ 13,3 bilhões são de emendas de parlamentares, que nunca são liberadas totalmente, R$ 10,2 bilhões de ministérios e R$ 7 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), inflado por gastos de todos os tipos
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