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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A Polícia Federal (PF) vai indiciar, ainda esta semana, os empresários Marcelo Odebrecht e Otávio Marques Azevedo, presidentes da Odebrecht e Andrade Gutierrez, respectivamente, por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras, segundo informa o jornal O Globo desta segunda-feira (22).
Na sexta-feira da semana passada, Marcelo e Otávio Azevedo foram presos pela PF durante a 14ª fase da operação Lava Jato. Os empresários são acusados de liderar o cartel de empreiteiras que superfaturavam contratos da Petrobras. De acordo com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, Marcelo e Otávio Azevedo, no entanto, usavam um esquema “mais sofisticado” de pagamento de propina a agentes públicos e políticos por meio de contas no exterior, o que exigiu maior aprofundamento das investigações.
Segundo informações do jornal O Globo, a Polícia Federal já tem material suficiente para pedir o indiciamento dos dois executivos. Entretanto, ainda não há, segundo o delegado Igor Romário de Paula, integrante da força-tarefa da Lava Jato, definição dos crimes que serão imputados aos empresários. “Os crimes vão variar para cada um deles, mas todos serão indiciados. Já existe muito material que os incrimina”, disse o delegado ao jornal.
“A experiência mostra que ninguém fala agora. Mas, depois que avaliam o quanto estão implicados, começam a falar. Alguns vão até optar por colaboração premiada. Existe boa chance de que venham a falar, mas não agora nesta primeira semana”, complementou o delegado a O Globo.
Ainda de acordo com o jornal, “os delegados e procuradores já estão convencidos de que os empreiteiros das duas maiores construtoras do país sabiam e apoiavam o trabalho de seus executivos no ‘Clube das Empreiteiras’, que superfaturava obras na Petrobras, pagando propinas a políticos e executivos da estatal.”
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