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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no site Brasil 247
O resultado medíocre do PIB de 2019, divulgado pelo IBGE, escancara o fracasso das políticas neoliberais implantadas no Brasil desde o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. Lá se vão quatro anos, sem que a economia consiga esboçar qualquer reação. E por mais que a extrema-direita use o discurso de que “o PT quebrou o Brasil”, os dados não batem com a realidade.
No primeiro mandato do ex-presidente Lula, a média de crescimento do Brasil foi de 3,5% (1,1% em 2003, em 5,8% 2004, 3,2% em 2005 e 4% em 2006), segundo dados oficiais do IBGE. No segundo, o crescimento se acelerou e a média foi de 4,6% (6,1% em 2007, 5,1% em 2008, -0,1% em 2009 e 7,5% em 2010).
Com Dilma Rousseff, a crise internacional de 2008 produziu seus efeitos e o ritmo médio de expansão foi menor: 2,35% (4% em 2011, 1,9% em 2012, 3% em 2013 e 0,5% em 2014). Os anos seguintes – 2015 e 2016 – foram atípicos, uma vez que não houve governabilidade, e sim uma conspiração golpista para derrubar a ex-presidente Dilma.
Já nos três anos em que o Brasil foi submetido à atual política econômica, marcada por guerra aos pobres, ausência de investimentos públicos e teto de gastos, o crescimento foi de 1,3% em 2017, 1,3% em 2018 e 1,1% em 2019. Ainda assim, a imprensa econômica, cúmplice do golpe de estado e da agenda neoliberal, ainda age de maneira totalmente complacente em relação a Paulo Guedes. Confira o tweet de Leonardo Attuch abaixo:

Leonardo Attuch✔@AttuchLeonardo
Depois de quatro anos de “ponte para o futuro”, acaba de ser divulgado que o governo Bolsonaro entrega um pibinho de 1,1% em 2019, mas ainda não se ouvem os pedidos de Fora Paulo Guedes nos cadernos econômicos. O Brasil nunca foi tão complacente com a mediocridade como agora.2.60309:14 – 4 de mar de 2020
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