E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Polícia violenta e presídios lotados são alvos de críticas ao Brasil por ONG

O alto índice de mortes causadas por policiais e a superlotação de presídios configuram as principais violações de direitos humanos no país, de acordo com o relatório da Human Rights Watch, divulgado hoje (27) como informa o jornal O Estado de S. Paulo. A ONG internacional analisou o panorama da garantia dos direitos humanos em 90 países.

A organização destaca que o número de mortos por policiais aumentou 40% em 2014, ultrapassando 3 mil óbitos naquele ano. No Rio de Janeiro, 644 pessoas foram mortas por policiais entre janeiro e outubro de 2015, um aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já em São Paulo foram 494 óbitos, um aumento de 1%.

O relatório também aponta para o preocupante índice de envolvimento de policiais em chacinas em vários estados, como Pará, Amazonas e São Paulo.

Em relação à superlotação de presídios, a ONG calcula que houve um aumento de 80% no número de adultos atrás das grades nos últimos dez anos. O país superou a marca de 600 mil presos até junho de 2014, 61% acima da capacidade oficial das prisões.

Apesar do cenário trágico, a Human Rights Watch avaliou positivamente a implementação das audiências de custódia em 2015 – que obrigam as autoridades a conduzir os detidos à presença de um juiz logo após a sua prisão. Para eles, a prática “desencoraja o uso da tortura por parte da polícia, dando aos detidos a oportunidade de denunciarem maus-tratos rapidamente e aos juízes, a chance de examinarem sinais de abusos o quanto antes”.

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *