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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
A nova rodada da pesquisa BTG/Nexus sobre as eleições presidenciais de 2026 revela um cenário de forte polarização e disputa acirrada entre o presidente Lula e o campo bolsonarista. O levantamento, realizado entre 24 e 26 de abril com 2.028 eleitores, indica que Lula mantém liderança no primeiro turno, mas enfrenta empate técnico com Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.
Nos cenários estimulados de primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro oscila entre 36% e 38%. A vantagem, embora consistente, é estreita e insuficiente para garantir tranquilidade na disputa.
No voto espontâneo, Lula registra 33%, contra 26% de Flávio Bolsonaro. O dado mais relevante, no entanto, é o elevado índice de indecisos, que chega a 29%, indicando que a eleição ainda está em aberto e pode sofrer mudanças ao longo da campanha.
Segundo turno aponta empate técnico e eleição indefinida
No cenário mais relevante de segundo turno, entre Lula e Flávio Bolsonaro, há empate técnico: Lula tem 46% e Flávio 45%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que coloca a disputa em situação de absoluto equilíbrio.
Quando testado contra outros nomes da direita, Lula aparece numericamente à frente, mas também sem folga. Contra Romeu Zema e Ronaldo Caiado, o presidente marca 45%, enquanto ambos atingem 41%. O padrão se repete: liderança de Lula, mas com margem curta.
Terceira via segue sem viabilidade eleitoral
A pesquisa confirma a fragilidade estrutural de uma alternativa fora da polarização. Nenhum dos candidatos testados ultrapassa a barreira de um dígito com consistência. Romeu Zema aparece com cerca de 4% a 5%, Ronaldo Caiado entre 3% e 6%, e outros nomes permanecem abaixo disso.
O dado mais significativo está na preferência política: 37% dos eleitores dizem preferir Lula, outros 37% preferem um candidato apoiado por Jair Bolsonaro, enquanto apenas 18% optam por alguém fora desses dois campos. Mesmo dentro desse grupo, parte relevante acaba migrando para Lula ou para o bolsonarismo na intenção de voto.
Base bolsonarista mostra alta fidelidade
A transferência de votos do ex-presidente Jair Bolsonaro para Flávio Bolsonaro se mostra sólida. Entre os eleitores que votaram em Bolsonaro em 2022, a maioria expressiva mantém alinhamento com o campo bolsonarista.
No segundo turno, a fidelidade é ainda mais evidente: o eleitorado bolsonarista permanece altamente coeso, consolidando Flávio como herdeiro político direto desse segmento.
Polarização estrutura o eleitorado
O levantamento aponta uma sociedade dividida em blocos relativamente equilibrados. Os bolsonaristas convictos somam 28%, enquanto os lulistas convictos representam 22%. Há ainda segmentos intermediários, como eleitores que rejeitam ambos ou que não estão fortemente polarizados.
Esse desenho mostra que cerca de metade do eleitorado está diretamente inserida na lógica de confronto entre Lula e o bolsonarismo, reduzindo o espaço para alternativas externas.
Lula domina entre baixa renda, Nordeste e beneficiários sociais
O presidente apresenta desempenho mais forte entre mulheres, eleitores de menor renda, população do Nordeste e beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família.
Nesses segmentos, a vantagem é significativa, refletindo o impacto direto das políticas públicas e da memória social dos governos anteriores.
Flávio Bolsonaro lidera entre homens, evangélicos e renda média
Por outro lado, Flávio Bolsonaro tem maior desempenho entre homens, evangélicos, eleitores de renda média e alta, além de regiões como Sul e Centro-Oeste.
Esse recorte revela a consolidação de uma base sociológica distinta, com forte identidade política e ideológica.
Avaliação do governo Lula é principal ponto de atenção
A avaliação do governo Lula aparece como fator central da disputa. Apenas 33% classificam o governo como ótimo ou bom, enquanto 43% o consideram ruim ou péssimo. Na avaliação geral, 46% aprovam o governo e 49% desaprovam.
Apesar disso, Lula mantém competitividade eleitoral, indicando que sua força política não depende exclusivamente da avaliação do governo, mas também de fatores como identidade política e comparação com adversários.
Economia pesa na percepção do eleitor
A percepção sobre a economia nacional é majoritariamente negativa, com mais da metade dos entrevistados avaliando o cenário como ruim ou péssimo. No entanto, a avaliação da situação financeira pessoal é menos negativa, indicando uma dissociação entre percepção macroeconômica e experiência individual.
Há também expectativa moderada de melhora nos próximos meses, o que pode influenciar o humor do eleitorado até 2026.
Rejeição elevada limita crescimento dos candidatos
Tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro apresentam níveis elevados de rejeição, próximos de 50%. Ao mesmo tempo, ambos têm potencial de voto semelhante, o que reforça o equilíbrio da disputa.
O eleitorado se divide quase simetricamente entre aqueles que rejeitam Lula e apoiam o bolsonarismo e aqueles que rejeitam o bolsonarismo e apoiam Lula.
Principais problemas reforçam pressão sobre o governo
Saúde pública, segurança e corrupção aparecem como os principais problemas do país na percepção dos entrevistados. A economia surge de forma fragmentada, com inflação, desemprego e juros sendo citados separadamente.
Esse quadro indica que a agenda eleitoral tende a ser ampla, combinando temas econômicos e sociais com questões de segurança e governança.
Cenário aponta disputa aberta até 2026
A pesquisa revela um cenário de equilíbrio estrutural. Lula lidera, mas não com margem suficiente para garantir vitória tranquila. O bolsonarismo permanece forte e organizado, com alta fidelidade de sua base.
Sem uma terceira via competitiva, a eleição tende a repetir a polarização dos últimos ciclos, com resultado em aberto e dependente de fatores como economia, avaliação de governo e capacidade de mobilização dos candidatos.
Imagens reproduzidas da Internet
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