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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Reprovação de Micarla repercute na imprensa nacional

Por Cristian Klein, no Valor

 Na última corrida municipal, em 2008, dos 20 prefeitos, nas 26 capitais, que tentavam renovar o mandato, apenas um, o de Manaus, Serafim Corrêa (PSB), não conseguiu se reeleger. Neste ano, é a prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), quem já aparece como um dos nomes mais fortes a ter sua reeleição rejeitada. No primeiro levantamento que abre a temporada eleitoral na capital potiguar, Micarla aparece em sétimo lugar, com 2,1% das intenções de voto, em uma lista de oito nomes. De acordo com pesquisa realizada pelo instituto Consult, a prefeita tem sua administração reprovada por 90% dos entrevistados. Apenas 5,6% aprovam sua gestão, índice que, abaixo de 30%, segundo especialistas, já compromete a reeleição de qualquer governante. A taxa de rejeição chega a 63,5%. Na liderança da pesquisa, está o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), com 42,8% das preferências, seguido da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), com 19,1%.

Ex-apresentadora e proprietária da TV Ponta Negra, afiliada do SBT no Rio Grande do Norte, Micarla enfrentou em maio do ano passado uma onda de protestos iniciada nas redes sociais. É criticada pelo tratamento ao funcionalismo público e por ter deixado a cidade abandonada na área de infraestrutura. Os principais aliados na vitória de 2008, ocorrida no primeiro turno, aos poucos deixaram seu governo, como o PSDB e o DEM, partido do senador José Agripino Maia e da governadora Rosalba Ciarlini.

A pesquisa foi encomendada pelo Sinduscon-RN, sindicato da indústria de construção civil do estado, e entrevistou mil eleitores entre 4 e 7 de janeiro. Foram aferidas ainda as gestões da presidente Dilma Rousseff (aprovada em 63%) e da governadora (reprovada por 59,3%).

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