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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
A articulação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para ampliar sua base na corrida presidencial sofreu um novo revés nesta segunda-feira (3). O Republicanos apresentou ao PL um levantamento formal indicando que a maioria de seus diretórios estaduais prefere manter independência na eleição presidencial deste ano.
Segundo a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de São Paulo, a consulta interna aponta que 17 diretórios estaduais defenderam a neutralidade. Outras nove unidades da Federação manifestaram preferência por uma aliança com Flávio Bolsonaro. Entre elas está São Paulo, maior colégio eleitoral do país, comandado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição.
Apenas um diretório estadual, o de Pernambuco, defendeu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O apoio ao petista já foi anunciado pelo comando local da legenda.
Os dados foram detalhados pelo presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, em reunião com Flávio Bolsonaro, o coordenador de sua campanha ao Planalto, senador Rogério Marinho (PL-RN), e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Republicanos prioriza bancada no Congresso
Na conversa com a cúpula do PL, Marcos Pereira afirmou que a prioridade do Republicanos é eleger mais deputados federais e senadores. O objetivo da legenda é ampliar sua representação no Congresso Nacional, ganhar peso nas votações e fortalecer sua capacidade de influência em negociações de governabilidade.
A posição reforça a tendência de que partidos do Centrão busquem preservar seus projetos regionais e suas estratégias para o Legislativo, evitando uma adesão nacional automática à candidatura de Flávio Bolsonaro.
PL tenta reverter resistência da sigla
Apesar do levantamento desfavorável, o PL fez um novo apelo ao Republicanos. Os dois grupos devem voltar a se reunir ainda nesta segunda-feira (3), enquanto Marcos Pereira pretende realizar novas consultas antes de anunciar a decisão formal do partido.
Nos bastidores, de acordo com a Coluna do Estadão, a cúpula do Republicanos acumula mágoas dos Bolsonaros. Além disso, dirigentes da legenda avaliam que não há vantagem em entrar em uma disputa nacional considerada muito radicalizada.
Por enquanto, não está em discussão como o Republicanos se posicionará em um eventual segundo turno da corrida presidencial.
Centrão reduz alternativas para a vice
O movimento do Republicanos amplia as dificuldades de Flávio Bolsonaro para construir uma chapa mais ampla. As opções para a vice-presidência já haviam diminuído depois que o PP anunciou, na sexta-feira (31), que manterá neutralidade na disputa presidencial.
A decisão frustrou os planos do senador de ter a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP-MS) como candidata a vice. A adesão do PP também poderia ampliar o tempo de rádio e TV da campanha do PL.
Lideranças do Progressistas afirmam que a decisão de rejeitar uma aliança com Flávio Bolsonaro faz parte da estratégia eleitoral da legenda. O objetivo do partido é, ao lado do União Brasil, com quem forma uma federação, eleger a maior bancada da Câmara dos Deputados.
Podemos ainda está no radar do PL
Com a resistência de partidos do Centrão, o PL ainda tenta avançar no diálogo com o Podemos. A presidente nacional da legenda, Renata Abreu, foi convidada a compor a chapa como vice de Flávio Bolsonaro, mas deixou a decisão nas mãos da Executiva Nacional do partido.
O colegiado tem até quarta-feira (5) para bater o martelo. O Podemos, porém, vive um dilema semelhante ao do Republicanos: busca ampliar sua bancada no Congresso e possui arranjos locais heterogêneos, o que pressiona a sigla para uma posição de neutralidade.
Chapa puro-sangue vira cenário possível
Se Republicanos, PP e Podemos confirmarem distância da candidatura do PL, Flávio Bolsonaro poderá ser empurrado para uma chapa puro-sangue, formada apenas por nomes do próprio partido.
Esse cenário tende a reduzir o alcance político da campanha e pode aumentar o peso do bolsonarismo mais radical na candidatura do filho mais velho de Jair Bolsonaro. Para o PL, a dificuldade em atrair aliados nacionais reforça o isolamento de Flávio no campo da direita e expõe os limites da articulação do partido com legendas do Centrão.
Foto reproduzida da Internet
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