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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Nossos deputados federais não são nada ingênuos. Na véspera do STF votar a fidelidade partidária aprovaram na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, aumento de salário para os ministros do Supremo e para o procurador geral da República. Os salários aumentaram de R$ 24,5 mil para R$ 25,7 mil. Detalhe: retroativo a janeiro. Só que ainda falta ir a plenário para votação e aprovação. Os parlamentares não são bôbos não. Vão esperar o resultado da votação de hoje do STF, claro.
Mas, seguro morreu de velho, já está pronto no Congresso Nacional um Projeto de Lei que anistia os chamados infiéis – deputados que trocaram de partido – caso sofram um revés no Supremo. E ainda dizem que não há corporativismo no Parlamento maior do país.
O que chama a atenção, no entanto, é a “certeza” de que os deputados têm de que o STF vai votar favorável pela fidelidade partidária sim, mas só a partir das próximas eleições. Tanto é que nas últimas duas semanas houve um arrastão de filiações partidárias sobretudo dos partidos da base aliada do governo. Então, há de se supor que alguma informação vazou a respeito de como vão votar os ministros. Vamos aguardar a votação de logo mais. A sessão do STF começa a partir das 14h e será trasmitida pela TV Justiça.
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