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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia, Política

Sem cortar juros, bancos privados irritam governo

Irritada com a postura dos bancos privados de jogar para o governo a responsabilidade de trabalhar pela redução dos spreads bancários no país, a presidente Dilma Rousseff mandou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reagir à altura.

Assim que chegou ao ministério ontem pela manhã, ele disparou contra o setor. Disse que as instituições têm margens de lucro elevadas e não precisam de ações do governo para reduzir o custo dos financiamentos e aumentar a oferta de crédito no país.

— Querem jogar a conta nas costas do governo — disse o ministro.

O tom do discurso foi bem diferente do adotado pelo próprio Mantega em reunião com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) no início da semana, quando o governo recebeu uma lista com 23 demandas do setor e se comprometeu a estudar algumas delas, como melhorar as condições para que o Cadastro Positivo deslanche e flexibilizar as garantias de empréstimos.

— O Murilo Portugal (presidente da Febraban) esteve aqui outro dia e, em vez de trazer soluções anunciando aumento de crédito, ele veio aqui para fazer cobranças. Se os bancos estão tão lucrativos, eles têm margem sim para reduzir as taxas e aumentar o volume de crédito — disse o ministro. —

O governo trabalha permanentemente numa agenda positiva para melhorar as condições e aumentar a segurança do crédito. Mas independentemente disso, os bancos toda hora cobram mais segurança e medidas. Mas eles têm margem para aumentar o crédito neste momento e é necessário que isso seja feito sem mexer em nada. (O Globo)

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