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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no portal Brasil 247
O senador Jean Paul Prates (PT-RN) é cotado para presidir a Petrobras no novo governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que começa a partir de 1º de janeiro de 2023, informa o Valor Econômico.
“Prates tem amplo conhecimento da indústria de petróleo. Integrou a antiga Petrobras Internacional (Braspetro), nos anos 1980, e participou da elaboração da Lei Petróleo, em 1997. No Senado, Prates é autor de projeto de lei sobre eólicas offshore. Na atual campanha do PT, o senador participou de um grupo de especialistas que assessorou o ex-presidente Lula em temas do setor, em especial sobre a Petrobras”, diz a reportagem.
Do mesmo grupo, participaram junto de Prates, José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, e Magda Chambriard, ex-diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), além de outros especialistas.
Prates não terá mais mandato a partir de 2023 e, portanto, não deverá haver impedimentos legais para que ele assuma a presidência da estatal.
O senador assumiu o cargo no Legislativo no lugar de Fátima Bezerra (PT), que deixou o Senado em 2018 para disputar o governo do Rio Grande do Norte. Ela foi reeleita neste ano no primeiro turno.
Segundo o jornal, uma das visões da campanha de Lula para a Petrobras “é de que é preciso acabar com a ideia de que o controlador, a União, não poder dar a diretriz estratégica, o norte, para a estatal. ‘Hoje a Petrobras é a ordenhadeira do pré-sal, é preciso ter uma visão mais ampla e de longo prazo’, diz uma fonte da campanha de Lula. O objetivo é ampliar a atuação para além de petroleira, aprofundando a atuação da estatal como empresa integrada de energia, ideia que se tentou no passado”.
Foto: assessoria do senador Jean (PT-RN)
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