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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Se o PMDB quiser mesmo reconquistar a hegemonia na política do Rio Grande do Norte terá que começar por Natal, lançando candidato próprio à sucessão do prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB). Não importa se para perder ou ganhar. Se ficar como simples coadjuvante, apresentando candidato a vice, permanecerá mais 20 anos na oposição.
O senador Garibaldi Alves, presidente do Senado, e o deputado federal Henrique Eduardo Alves, reconduzido na semana passada a líder da bancada do partido na Câmara, sabem muito bem disso. Se o nome do partido vai ser o vereador Hermano Morais – hoje o mais cotado, e diga-se de passagem, candidato natural -, não importa. O que importa é que o PMDB se não lançar candidato próprio a prefeito de Natal está fadado a ser um novo DEM [ex-PFL], com a perda de seus eleitores.
O nome de Hermano Morais começa a ser ventilado para ser o candidato do PMDB. Claro, como qualquer candidato, Hermano Morais terá que primeiro comprovar a viabilidade do seu nome. Com grande penetração na classe média, que é a formadora de opinião, Morais foi o quarto vereador mais votado na eleição passada, e o terceiro da coligação. Na disputa para uma vaga na Câmara dos Deputados, na eleição de 2006, Hermano Morais obteve quase 20 mil votos em Natal, o que por si só já o credenciaria a ser o candidato do partido.
Apesar do seu projeto ser a candidatura à reeleição, o vereador Hermano Morais tem seu nome hoje defendido por grupos do PMDB para ser o seu candidato a prefeito de Natal. É preciso, no entanto, Morais provar que o seu nome é viável. E como fazer isso? Através de uma pesquisa qualitativa e quantitativa que o PMDB já deveria ter encomendado.
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