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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
Um sentimento de otimismo tem sido observado entre as multinacionais presentes no Brasil, impulsionado pela redução das expectativas de inflação e por perspectivas positivas em relação à Reforma Tributária e ao cenário fiscal. De acordo com uma pesquisa realizada pelo jornal Folha de S. Paulo com cem multinacionais durante teleconferências em maio e junho, 80% dos executivos expressaram comentários positivos sobre suas operações no país. Os outros 20% mencionaram preocupações ou queixas. O clima favorável é refletido em áreas como alimentação, tecnologia, suprimentos agrícolas e medicamentos, com a expectativa de aumento nas vendas.
No Brasil sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversas multinacionais estão celebrando melhorias nos índices de inflação, no poder de compra da população e nas perspectivas de uma safra agrícola favorável, além do crescimento da demanda chinesa no contexto de reabertura pós-Covid. Destacam-se declarações positivas de executivos como Tim Cook, CEO da Apple, que relatou um desempenho “estelar” em mercados emergentes, incluindo recordes trimestrais no Brasil, Índia e Malásia. Outros exemplos são as declarações do CEO da Arcos Dorados, Marcelo Rabach, que descreveu um primeiro trimestre extremamente positivo, e empresas como Kellogg, Hormel Foods, AB Inbev e Brown-Forman, que relataram crescimento nas vendas ou expressaram confiança nos próximos meses.
Analistas do mercado também têm uma visão mais otimista em relação à América Latina como um todo. Karina Saade, diretora do fundo BlackRock no Brasil, destaca o otimismo dos investidores globais devido à região estar mais avançada em seu ciclo de juros, com bancos centrais mais próximos do fim do aperto monetário. Ela menciona que a perspectiva é de queda nas taxas de juros, em contraste com a maioria dos países desenvolvidos. Além disso, a região atrai interesse para investimentos relacionados à transição energética, como a exploração de reservas de lítio e cobre, a adoção de energia solar e o movimento de realocação de produção conhecido como nearshoring – produção mais próxima dos mercados de consumo.
De acordo com o levantamento, o clima geral é de confiança, com as multinacionais observando um mercado brasileiro promissor e esperando um crescimento nas vendas nos próximos meses.
Foto: Ricardo Stucket
Em tempo: confira um comentário que fiz dias atrás no BB News TV e no Canal YouTube sobre o presidente Lula clicando aqui
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