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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Geral

Sobre a Copa de 2014

Esta semana postei matéria falando da necessidade urgente da prefeitura de Natal e do governo do Rio Grande do Norte começarem a se mexer atrás de pacerias e recursos para viabilizar o projeto da Arena das Dunas, aprovado pela Fifa, possibilitando que a capital do estado ficasse entre as 12 cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 a se realizar no Brasil.

Pois muito bem: O governo do Rio já começou a se mexer. E olha que o Maracanã não vai precisar ser derrubado, caso diferente do Machadão em Natal. No Rio, dentro de três meses, após revisão técnica e jurídica, sai o edital para a reforma do Maraca para a Copa de 2014, como exige a Fifa.

O projeto transformará o estádio Mário Filho em uma grande arena de lazer, integrada à Quinta da Boa Vista e a transferência do estádio Célio de Barros [atletismo] e Parque Aquático Júlio Delamare, pois a Fifa exige uma área de 85 mil metros quadrados em torno do estádio onde vai se realizar a final da Copa do Mundo de 2014. E tem mais: o Maracanã será fechado entre 2010 e 2012. No final de 2012 a Fifa deverá fazer uma vistoria nas intalações.

Os termos do projeto levam em consideração a concessão para algum grupo estrangeiro – assim como de resto nas outras 11 cidades que vão ou pretendem sediar a Copa – , com a experiência na gestão de grandes estádios. Para tanto será necessário um sócio brasileiro entre as grandes empreiteiras.

Enquanto isso em Natal se discute qual a melhor área para ser construída a Arena das Dunas. Matéria essa vencida, pois que a Fifa já definiu a área onde está localizado o Machadão, que deverá ser derrubado para dar lugar a arena. Até agora o que se tem de concreto é o projeto apresentado pelo governo do estado e aprovado pela Fifa. Mas não vi e nem li algo sobre que empresas estariam interessadas realmente em investir nesse mega-projeto. Acredito até que como se trata de derrubar uma edificação pública – no caso o estádio – isso teria que passar também pela Câmara Municipal, que certamente aprovará o pedido do Executivo. Mas se faz necessário a urgência nesse pedido.

Quanto as obras, é como falei, o Rio já está tomando as providências cabíveis. E no caso de Natal? Fica a pergunta!

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