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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
José Agripino Maia (DEM-RN), lÃder do DEM no Senado, diz estar seguro de que o placar adverso ao Planalto na votação da PEC [proposta de emenda constitucional] que prorroga a CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira] até 2001, não está sujeito a alterações. A oposição, de acordo com o senador, contabiliza entre 33 a 35 votos dos 81 senadores que compõem a Casa, o que deixaria o governo numa situação compliacada, pois se os oposicionistas chegarem a ter mesmo 35 votos, o governo só contará com 49 votos, seis a menos do que precisa para aprovar o imposto do cheque.
Hoje a tarde está prevista uma nova reunião da oposição no gabinete da liderança do DEM. Desta vez já confirmaram presenças os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que participou ontem da outra reunião da oposição, mais Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Expedito Júnior (PR-RO) e Romeu Tuma (PTB-SP). Foram convidados ainda mais não confirmaram presenças, os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Mão Santa (PMDB-PI). E olha que são dois dos mais ferrenhos opositores ao governo Lula no Congresso.
Daà a minha dúvida se a oposição vai conseguir mesmo o seu intento. Até porque o Planalto já está investindo pesado para aprovar a continuação da cobrança do imposto do cheque até 2011. Para se ter uma idéia do “rolo compressor”, o governo já liberou só agora em novembro em emendas parlamentares R$ 513,4 milhões. O campeão de emendas é o PMDB, com R$ 25,4 milhões. Maior bancada na Casa, o partido é imprescindÃvel para a aprovação da CPMF como deseja o governo. Fora isso, o próprio presidente Lula já entrou na coordenação do processo pedindo aos governadores que intervenham junto as suas bancadas para que o governo não sofra uma derrota.
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