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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

por Jamil Chade, no ICL Notícias
Num decreto divulgado nesta quarta-feira, o presidente Donald Trump fez duras críticas contra o Brasil, às vésperas da eleição presidencial no país.
“Embora muitos governos no Hemisfério Ocidental estejam tomando medidas corajosas para reduzir o fluxo de drogas e erradicar cartéis, o governo do Brasil fracassou em enfrentar as organizações terroristas estrangeiras designadas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho, que transformaram o país em um centro para o fluxo global de cocaína”, escreveu o chefe da Casa Branca.
“Essas organizações terroristas brasileiras representam uma ameaça crescente à paz e à segurança mundial, e o governo brasileiro precisa, com urgência, adotar medidas enérgicas para enfrentá-las e derrotá-las antes que se expandam e se fortaleçam”, alertou.
Nos últimos dias, membros da campanha de Flávio Bolsonaro vem insistindo que, se eleito, o candidato da extrema direita irá colocar o Brasil na aliança criada por Trump na América Latina para combater os cartéis. A aliança é vista como uma militarização do continente.
Flávio também confirmou que irá designar o PCC e CV como grupos terroristas, um pedido de Trump.
O decreto foi enviado ao Congresso norte-americano em 15 de setembro e divulgado hoje. O documento, porém, não inclui o Brasil numa lista dos principais países produtores e de trânsito de drogas.
“Pela autoridade que me foi conferida como Presidente pela Constituição e pelas leis dos Estados Unidos, incluindo a Seção 706(1) da Lei de Autorização de Relações Exteriores para o Ano Fiscal de 2003 (P.L. 107-228) (FRAA), identifico, por meio desta, os seguintes países como principais países de trânsito ou de produção de drogas ilícitas: Afeganistão, Bahamas, Belize, Bolívia, Birmânia, China, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Índia, Jamaica, Laos, México, Nicarágua, Paquistão, Panamá, Peru e Venezuela”, afirmou.
Elogios para Venezuela e nova classificação para Caracas
Trump ainda usa o decreto para elogiar a Venezuela e retirar o país da condição de foco das ações americanas.
“Mudanças políticas drásticas na América do Sul ao longo do último ano criaram oportunidades históricas para a cooperação dos Estados Unidos com governos da região”, disse.
“Na Venezuela, graças à prisão e remoção — realizadas pela minha Administração — do ex-ditador ilegítimo e narcotraficante Nicolás Maduro, já estamos observando os resultados de uma cooperação crescente com o governo interino do país no combate aos cartéis, incluindo a eliminação de Niño Guerrero, líder do Tren de Aragua”, afirmou.
“Diante dos avanços positivos alcançados sob a gestão da presidente interina Delcy Rodríguez, determinei que a Venezuela não deve mais ser classificada como um país que comprovadamente falhou em cumprir seus compromissos de controle de drogas”, determinou Trump.
“Espero ver progressos contínuos e mensuráveis por parte do governo interino no desmantelamento de grupos narcoterroristas e na interrupção do tráfico de drogas que passa pela Venezuela em direção aos Estados Unidos”, completou.
Ele ainda elogiou o novo governo da Colômbia, Bolívia, Argentina e outros líderes de extrema direita na região.
Foto reproduzida da Internet
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