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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no G1
A curitibana Laiza agora guarda uma memória ruim de um dos cenários mais icônicos do Rio de Janeiro: a Praia de Copacabana. Autora de uma publicação compartilhada pela Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, Embratur, a mulher contou ao G1 como foi vítima de um golpe na cidade.
O relato de Laiza (que pediu para não ter o sobrenome divulgado) foi amplamente replicado quando a o perfil oficial da Embratur no Instagram compartilhou o conteúdo por engano. Como a publicação era crítica ao Rio, a reprodução pela Embratur motivou manifestações de órgãos de turismo do RJ.
Na mensagem compartilhada pela Embratur, Laiza contava ter sido roubada e ter sentido medo de sair de casa durante a estadia no Rio.
A princípio, foi comunicado pela Secretaria estadual de Turismo (Setur) que a agência acreditava na possibilidade de o perfil ter sido hackeado. A Polícia Federal, segundo a Setur, chegou a ser acionada. Mas na quarta-feira (5), a própria Embratur divulgou uma nota esclarecendo que o compartilhamento havia sido um engano de um dos funcionários da agência, que acabou sendo suspenso.
Durante a conversa com o G1, a mulher comentou o ataque sofrido na praia. A turista acredita ter sido vítima de um golpe que ela já sabia ser comum nas praias da Zona Sul do Rio: bandidos se passarem por ambulantes para roubar os banhistas.
“Fomos roubados no dia 29 de janeiro, por volta das 17h15, na praia de Copacabana, na altura do Copacabana Palace. Meu noivo e minha irmã entraram no mar e eu fiquei sozinha com minha mãe. Os criminosos claramente trabalharam em grupo – dois vendedores de queijo e um vendedor de canga. Os três nos abordaram ao mesmo tempo tentando nos vender os produtos e nós ignoramos. Eles insistiram e chegaram mais perto oferecendo, nos irritamos com a insistência e olhamos para um deles dizendo: ‘Não, obrigada'”, contou.
Em seguida, a vítima contou que, em uma ação orquestrada, os pertences foram levados.
“Nesse momento em que olhamos para um deles, o outro pegou minha bolsa e arrastou para si e sumiu com ela muito rápido. Em uma questão de segundos todos tinham desaparecido, ninguém viu nada”, lamentou.
A turista explicou que, por precaução, já deixava os celulares e câmeras de mais valor no apartamento, mas que dinheiro e cartões de crédito foram levados.
“Foi levada a minha bolsa com o celular da minha irmã dentro, que ela usava para jogar em aplicativos com as amigas, cento e cinquenta reais e dois cartões de crédito. Os criminosos esvaziaram meus cartões em minutos, mas meu banco conseguiu reverter as transações”, disse ela, que afirmou ter registrado o crime na delegacia algumas horas depois.
No dia seguinte, a irmã de Laiza irmã presenciou um assalto.
“Decidimos ficar no apartamento e só saímos para comprar lanches. Enquanto esperávamos, na mesma região de Copacabana, minha irmã estava na porta da lanchonete olhando na rua. Então, uma turista chinesa andando na rua teve seu colar arrancado por um criminoso que a empurrou e saiu correndo”, contou ela.
Essa foi a terceira visita de Laiza ao Rio. Nas outras vezes, em 2015 e 2018, ela não vivenciou nenhuma situação ruim, mas afirma que sempre tomou muito cuidado.
“Nas últimas vezes, nada de pior aconteceu como dessa vez. Mas mesmo assim sempre fiz tudo com cuidado, deixando objetos de valor em casa e só saindo com pouco dinheiro. O que eu acho que não é legal porque em férias a gente quer curtir e relaxar, não estar preocupado e atento todo minuto”, disse ela.
Apesar da experiência ruim, ela afirma que não descarta um retorno ao Rio de Janeiro.
“No momento, não pretendo voltar a visitar, caso a situação melhore no futuro claro que gostaria de voltar e ter a liberdade de visitar a cidade com minha câmera e fazer mais fotos”, disse ela.
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