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Um mês após a morte, Prefeitura confirma erro em diagnóstico do neto de Lula

Está no Jornal GGN

A Prefeitura de Santo André emitiu uma nota pública reconhecendo que Arthur Araújo Lula da Silva, neto de Lula, não morreu de meningite, ao contrário do que foi informado pelo Hospital Bartira no dia 1º de março, quando ocorreu a fatalidade.

No dia, a Revista Fórum chamou atenção para o fato de que o jornalista Ancelmo Góis, de O Globo, conseguiu publicar a informação sobre a morte de Arthur apenas 9 minutos depois de os médicos terem declarado o óbito. Ainda segundo o site, a família de Arthur sabe que o diagnóstico vazado no dia da morte estava errado há dias, mas prefere não mais se manifestar pelo caso.

A Prefeitura de Santo André afirma na nota que, após a morte, encaminhou amostras para análise e confirmação do diagnóstico ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Os exames descartaram “meningite, meningite meningocócica e meningococcemia”. O Paço sustenta que a divulgação sobre a real causa da morte cabe à família.

O deputado federal Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde e médico especialista em infectologia, acionou o Conselho Regional de Medicina para apurar a conduta dos profissionais do hospital a respeito do vazamento.

No dia 1º de março, Arthur deu entrada no Bartira, da rede D’Or, às 7h20, “com quadro instável, segundo boletim médico divulgado pela instituição. O quadro se agravou, e a criança morreu às 12h36 do mesmo dia”, lembrou a Folha.

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