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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O vice – presidente do Banco do Brasil, Luiz Carlos Guedes Pinto, fez palestra para empresários do agronegócio no auditório do Sebrae, em Natal (RN), nesta sexta-feira (6).
O evento foi voltado para as questões que englobam o setor produtivo brasileiro e os problemas – que ainda insistem em continuar -, mesmo com os bons números do agronegócio, como bem lembrou Guedes Pinto.
– São R$ 93 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 15 bilhões para a agricultura familiar, totalizando R$ 108 bilhões. Nos últimos 30 anos houve uma transformação radical na fonte dos recursos que financiam a agricultura brasileira. No passado, o dinheiro vinha basicamente do Tesouro Nacional. Hoje, parte dos recursos vem de outros segmentos que têm interesse na agricultura. Estou me referindo às “tradings”, os revendedores de insumos e os próprios produtores rurais, explicou Pinto.
Um dos focos da palestra foi a incerteza do tempo.
– O financiamento da agricultura traz em si o risco de qualquer atividade financeira. Qualquer empréstimo tem um risco, mas o crédito rural tem um risco específico, oriundo das peculiaridades da atividade agropecuária, que é uma atividade de caráter biológica, que tem ciclos e, portanto, está sujeita a uma série de condicionantes, de ajustes da produção. Além disso, ela trabalha com produtos perecíveis, os estoques são caros, depende do clima, enfim é crédito de maior risco, enfatizou Pinto.
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