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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
A Procuradoria-Geral da República (PGR) aponta que o coronel Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, então chefe interino do Departamento de Operações (DOP) da PMDF, recebeu uma mensagem de que bolsonaristas estariam preparados para uma “guerra” e falaram “até mesmo [de] morte”, em relação aos ataques do dia 8 de janeiro.
Em respostas, o coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, ex-comandante do 1º Comando de Policiamento Regional da Polícia Militar, respondeu dizendo “vai dar certo”. Paulo José concorda.
Os dois militares e outros cinco oficiais foram alvos de uma operação da Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira (18), à pedido da PGR. Segundo os procuradores, a cúpula da PM deixou de agir para impedir o vandalismo contra as sedes dos Três Poderes em razão do alinhamento ideológico com os manifestantes golpistas. A PM diz que a Corregedoria acompanha o caso.
Mensagens no WhatsApp
Um grupo de WhatsApp chamado “Águia 1º CPR” — que tinha integrantes como Fábio Augusto Vieira, Marcelo Casemiro Vasconcelos Rodrigues e Major Flávio Silvestre de Alencar — apontou a existência de 15 pessoas responsáveis por atividades de “segurança” das pessoas acampadas em frente ao Quartel-General do Exército.
Esses agentes tinham a função de identificar infiltrados – policiais ou pessoas de ideologia política “de esquerda” – para expulsá-los do acampamento.
Fábio Augusto Vieira, Klepter Rosa Gonçalves, Jorge Eduardo Naime, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues participavam ainda de outro grupo, onde recebiam informações produzidas pelos policiais infiltrados em acampamentos e pela inteligência da PMDF.
Foto reproduzida da Internet
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