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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no Brasil 247
Militares avaliam que há exagero nas prisões de pessoas que, segundo eles, não estariam dando sinais de atrapalhar investigações ou de terem participado dos atos golpistas do 8 de janeiro, quando apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes em Brasília (DF).
“A opinião generalizada entre militares graduados do Exército é de que essas prisões estão criando instabilidade e insegurança nas Forças Armadas”, destacou a coluna de Monica Gugliano, no jornal O Estado de S.Paulo. “Alguns oficiais chegam a dizer que a PGR estaria ‘tripudiando’ e que essas ações têm um limite, a partir do qual não seria fácil acalmar nem o oficialato e nem tampouco os militares abaixo da linha de comando”.
Integrantes do Exército disseram que a Força não pretendia dar um golpe e apoiou a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Sobre as tentativas de golpe, investigadores encontraram no celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, uma minuta para uma ruptura institucional no País com a decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), e que previa estado de sítio “dentro das quatro linhas” da Constituição.
De acordo com a coluna, “a cúpula do Exército se vê envolvida e cobrada pelos mal feitos praticados por alguns”. Atualmente, Mauro Cid está preso no Distrito Federal após acusação de fraudes em cartões de vacinação.
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