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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O resultado de uma avaliação internacional mostra como ainda é baixa a qualidade da educação no Brasil. Numa escala com seis níveis de conhecimento, 69,1 % dos alunos brasileiros não passaram do nível 1, o pior de todos, na prova de matemática. Em leitura, 49,6% ficaram no nível 1. Com isso,entre os 65 países que participaram do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o Brasil ficou em 53º lugar, atrás de Tailândia, Chile, Uruguai e Turquia, entre outros. A média brasileira ficou em 401 pontos numa escala que chega a 800, bem abaixo da média dos países avaliados: 496. No ranking dos estados, nem o Distrito Federal, que ficou em 1º lugar, conseguiu alcançar a média geral do Pisa. Mas o ministro da Educação, Fernando Haddad, preferiu ressaltar a pequena melhoria do desempenho brasileiro em relação a avaliações anteriores. (O Globo)
Análise da Notícia
É triste saber que a educação no Brasil está bem abaixo da média mundial. Lamentavelmente entra governo e sai governo e a educação neste país sempre fica relegada a segundo plano. Os investimentos no setor são parcos. A remuneração de professores na maioria dos casos chega a ser uma miséria. E não adianta também investir só em espaços físicos. O importante neste caso é investir na melhoria do ensino. As cotas de negros e de alunos das escolas da rede pública nas universidades é um exemplo do quanto isso não representa nada em termos de qualidade do ensino. O importante é se oferecer um ensino de qualidade onde não importa se a pessoa é de cor ou de classe menos favorecida. Se se investisse num ensino público de qualidade não haveria necessidade de cotas para o acesso as universidades federais. Lembro que há trinta, quarenta anos as vagas nas escolas da rede pública eram disputadas por pais da classe média. Hoje, o que se vê é um ensino público fracassado e um mercantilismo da educação com escolas particulares proliferando Brasil afora. Até quando isso?
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