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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

A prevenção deve ser foco permanente da Imprensa

O blog transcreve texto de Carlos Castilho, no Obervatório da Imprensa, sobre as tragédias anunciadas como as do Rio, por exemplo. Segue o texto:

A tragédia da região serrana do Rio de Janeiro indica que a imprensa brasileira precisa passar a tratar a prevenção nos casos de catástrofes naturais como um item permanente em sua agenda noticiosa, como já acontece no Japão, Costa Rica e Chile, por exemplo.

A combinação fatal de mudanças climáticas, crescimento demográfico e descaso governamental criou no Brasil uma situação similar a de países acostumados a conviver com terremotos, furacões, nevascas e enchentes periódicas.

As tragédias de Teresópolis e Nova Friburgo, no Rio de Janeiro já não podem mais ser consideradas eventos ocasionais devido a frequência com que as chuvaradas estão ocorrendo em regiões urbanas do Brasil, especialmente no verão.

E a cobertura desses eventos também não pode mais ser vista pelas redações como pretexto sazonal para shows tecnológicos, palco para performances individuais de repórteres e competição entre empresas jornalísticas.

A prevenção em catástrofes naturais passou a ser item obrigatório na agenda de serviços públicos da imprensa, a exemplo do que ocorre num país pequeno como a Costa Rica, onde os terremotos são considerados eventos rotineiros.

Há jornalistas especializados em cobertura de desastres e até cursos regulares, como os ministrados por órgãos governamentais em países da região andina, também sujeitos a terremotos frequentes.

A abordagem jornalística de prevenção de acidentes prevê um trabalho continuado de produção de informações voltadas ao interesse público e à preparação das comunidades para enfrentar situações especiais. Trata-se especialmente de usar a notícia para estimular a preocupação com ações coletivas e criar solidariedades, não apenas na hora da tragédia.

A imprensa tem ainda uma outra função importantissima, conforme a maioria dos manuais existentes sobre prevenção de catástrofes naturais: a de acumular informações e conhecimento sobre desastres e suas consquências. Cada evento gera lições que não podem ser desperdiçadas.

Leia a íntegra do artigo em A prevenção deve ser foco permanente da Imprensa

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