E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Política

Ah, sim, prefeitura de Natal fará licitação para acondicionar medicamentos?

Leio na coluna Gangorra Urbana assinada pela colega Rosali Arruda, no jornal Correio da Tarde, que a prefeitura vai realizar licitação pública para contratar empresa para recebimento, acondicionamento e distribuição de medicamentos à população. A decisão está no Diário Oficial do Município que publicou nesta sexta-feira (22), ato de criação de uma Comissão Especial de Gestão de Materiais e Medicamentos no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde. Uma das atribuições da comissão será a de elaborar termo de referência a ser utilizado no procedimento licitatório a ser iniciado para fins de contratação da empresa para operacionalizar o programa.

Deixa ver se entendi: Depois de todo esse imbróglio envolvendo a empresa pernabucana TCI BPO, que iria operacionar o programa de armazenamento e distribuição de remédios, por uma bagatela de R$ 2,4 milhões – um contrato feito sem licitação que o Tribunal de Contas do Estado acatando determinação do procurador especial junto a corte, Carlos Thompson, mandou cancelar – a prefeitura agora resolve fazer licitação para contratar uma empresa? Ah, sim. E uma das atribuições da comissão que vai acompanhar o processo licitatório é elaborar termo de referência a ser utilizado na licitação para fins de contratação da empresa para operacionalizar o programa. Entendi.

Isso quer dizer então que a empresa que foi contratada sem licitação não vai poder participar do processo, certo?. Sim, porque os questionamentos feitos pelo procurador Carlos Thompson para pedir a anulação do contrato feito entre a prefeitura de Natal e a TCI BPO foram exatamente a existência de certidões negativas com prazos vencidos e ausência de certificado que comprovassem a qualificação da empresa, embora a prefeita Micarla de Souza (PV) defenda a licitude do contrato e a credibilidade da empresa. A conferir!

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *