E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Arquivos do Blog

Política

CPI diz ao STF que impedir depoimento atinge `a inafastável independência´ do Legislativo

O recurso foi enviado após a decisão do ministro André Mendonca, que dispensou a presença de Osmar Crivelatti, ex-assessor de Jair Bolsonaro

Compartilhe:
Economia

Superquarta: Copom deve baixar juros para o menor nível em 16 meses, e BC americano pode interromper o ciclo de altas

Copom tem nesta quarta-feira (20) seu segundo dia de reuniões e o mercado espera que a taxa Selic caía para 12,75% ao ano. Nos Estados Unidos, o Fed deve manter os…

Compartilhe:
Geral

PF mira suspeitos de movimentar quase R$ 6 bilhões em contrabando de ouro e garimpo na Terra Yanomami

Corporação realiza quatro operações diferentes pelo país. São cumpridos ao menos 4 mandados de prisão e 48 de buscas e apreensão em 8 estados e no DF

Compartilhe:
Política

Lula na ONU: o aclamado discurso do presidente decifrado por especialistas

Mandatário recoloca o Brasil em lugar de protagonismo no cenário internacional ao levantar pautas importantes sem deixar de fazer críticas contundentes aos próprio sistema de governança global das Nações Unidas

Compartilhe:
Política

Na ONU, Lula diz que aventureiros de extrema direita surgem de escombros do neoliberalismo

Combate à desigualdade foi tema central do discurso. Lula voltou a cobrar maior protagonismo do ‘Sul Global’ e maior atenção às demandas dos países pobres e em desenvolvimento

Compartilhe:
YouTube

Lula preenche vazio de Bolsonaro e deixa ONU como estadista

Está no Blog da Sandra Cohen

Veterano no púlpito das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva repetiu demandas antigas, ao retornar à Assembleia Geral, em Nova York, após um intervalo de 14 anos.

Num discurso forte e estruturado, ele centrou na desigualdade a origem das mazelas que desafiam a ONU e recebeu aplausos sete vezes, sobretudo quando anunciou, mais uma vez, a sua volta e a do Brasil a um palco internacional de debates.

“Estabilidade e segurança não serão alcançadas onde há exclusão social e desigualdade”, advertiu o presidente brasileiro, que soma oito discursos na Assembleia Geral nas duas últimas décadas.

A fome, a pobreza, a ameaça da extrema direita, a defesa pela reforma do Conselho de Segurança, por soluções à emergência climática e a cobrança de recursos das nações desenvolvidas permearam o discurso desta terça-feira, sempre com a desigualdade como pano de fundo. “Não haverá sustentabilidade nem prosperidade sem paz”, insistiu.

Na abertura dos debates, Lula cresceu e tirou proveito do vazio deixado no cenário internacional por seu antecessor, Jair Bolsonaro, para delinear aos representantes de mais de 140 países a sua agenda social. Celebrou bandeiras como o combate ao racismo, à xenofobia, à intolerância, e ao feminicídio; ressaltou a importância da preservação da liberdade de imprensa, dos direitos dos grupos LGBTQ+.

“O Brasil está se reencontrando consigo mesmo, com nossa região, com o mundo e com o multilateralismo.”

Críticas à paralisia da ONU e à perda de credibilidade do Conselho de Segurança entraram no discurso para justificar uma bandeira antiga, proferida todas as vezes que subiu à tribuna: a necessidade da reforma do órgão como parte da solução dos problemas. O Brasil pleiteia um assento permanente, juntamente com Alemanha, Japão e Índia, integrantes do chamado G-4.

“Essa fragilidade decorre em particular da ação de seus membros permanentes, que travam guerras não autorizadas em busca de expansão territorial ou de mudança de regime. A guerra na Ucrânia escancara a nossa incapacidade coletiva de fazer prevalecer o propósito e os princípios da Carta da ONU.”

Dessa forma, Lula corrigiu deslizes anteriores —como o de equiparar a responsabilidade do conflito aos dois países —e deixou a tribuna como estadista.

Compartilhe:
Charge

Miguel Paiva, no Brasil 247

Compartilhe:
Política

Em discurso de estadista na ONU, Lula cobra ação de ricos contra fome e desigualdade e diz que Conselho de Segurança perdeu credibilidade

Presidente voltou a falar na ONU 20 anos após primeira participação, em 2003. Lula voltou a usar frase ‘O Brasil voltou’, que tem dito em fóruns internacionais, e cobrou reforma de…

Compartilhe:
Política

`Só ela tem conhecimento de todos os absurdos da Lava Jato´

Servidor da Justiça Federal do PR falou à Fórum sobre Flávia Maceno, a ex-chefe da secretaria de Sergio Moro na 13ª Vara de Curitiba. Levada para Brasília, o ex-juiz a mantém…

Compartilhe:
Artigo

STF pavimentou caminho da prisão de Bolsonaro

“A principal sinalização emitida pela Corte é de que houve tentativa de golpe e atentado violento ao Estado de Direito”, analisa a jornalista Helena Chagas

Compartilhe: