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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

`Ato de Bolsonaro na Paulista é provocação e deve ser proibido´, afirma jurista

Está no Brasil 247

 O jurista Lenio Streck afirmou, em entrevista à TV 247, que o ato em favor de Jair Bolsonaro (PL) marcado para o próximo dia 25 na cidade de São Paulo deveria ser proibido.

O estudioso sugeriu que o ex-mandatário tentará colocar uma parte da população brasileira contra as instituições, após ser alvo de investigações a Operação Tempus Veritatis (“A hora da Verdade”) – a Polícia Federal (PF) quer ter mais detalhes do plano golpista e punir os envolvidos no esquema.

“Isso pode ser fundamento para sua prisão”, disse Streck.

“Bolsonaro pode ser preso pelo ato. Ele não deve se comunicar com os outros, mas está insuflando, fazendo uma espécie de insurgência 2.0. Quando ele estava no poder ele tinha uma insurgência turbo. Agora, com a Justiça próxima de pegá-lo ele diz para não trazerem faixas… O modo como isso está sendo feito mostra que ele enfrenta o Judiciário, se colocando contra as instituições. Isso pode ser fundamento para sua prisão. Seria muito importante que o sistema de justiça lhe desse a resposta adequada para que não se tenha consequências”, afirmou.

Bolsonaro convocou o ato dias após ter sido alvo de uma operação da PF que investiga a participação dele e de aliados em uma suposta tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022. A tentativa de golpe previa a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Entre os alvos da operação estão Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, todos generais e antigos assessores de Jair Bolsonaro. Também foram alvos de mandados de busca e apreensão os ex-comandantes do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, e da Marinha, Almir Garnier Santos.

Foto reproduzida da Internet

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