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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou uma série de irregularidades em obras realizadas em Macapá (AP), que foram financiadas com verbas articuladas pelo senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a CGU apontou diversas falhas, incluindo o pagamento por serviços não executados, erros na licitação e a concessão irregular de aval à construtora para participar da concorrência.
“A empresa vencedora foi a CCN (Construtora Cimentos do Norte), criada pela ex-deputada estadual Francisca Favacho, que recentemente trocou o Pros para integrar a cúpula do MDB no Amapá. Ela é mãe do deputado federal Acácio Favacho (MDB-AP)”, destaca a reportagem.
A empresa foi fundada em 2017, pouco após a assinatura do convênio de repasse de verba entre os Ministérios das Cidades e a Prefeitura de Macapá. As obras incluíram pavimentação, construção de ciclovia e melhoria de calçadas em um trecho de aproximadamente 2,5 km pela Avenida JK, entre o Complexo do Araxá e o Marco Zero do Equador.
A licitação, concluída em 2019, enfrentou questionamentos na Justiça. As obras foram finalizadas apenas em 2021, despertando a atenção para possíveis irregularidades. A emenda parlamentar de quase R$ 5,4 milhões articulada por Alcolumbre em 2016 financiou o projeto, que, corrigido pela inflação, equivale a R$ 7,78 milhões atualmente.
Durante o período da execução das obras, Davi Alcolumbre ocupava o cargo de presidente do Senado, tornando-se o principal negociador de emendas parlamentares com o governo Jair Bolsonaro (PL). A partir desse momento, o Amapá passou a receber uma fatia significativa do Orçamento por meio de acordos políticos no Congresso.
Ainda conforme a reportagem, Davi Alcolumbre negou qualquer relação com a construtora e enfatizou que a execução dos contratos, incluindo emendas parlamentares, é responsabilidade do Poder Executivo. A Construtora Cimentos do Norte contestou o relatório da CGU, negando irregularidades e questionando os critérios da auditoria.
Foto reproduzida da Internet
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