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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O Banco Central (BC) divulgou um relatório de gestão do PIX, sistema de pagamentos e transferências em tempo real lançado pela autoridade monetária em 2020.
A instituição destaca a evolução da ferramenta nos últimos anos, com funcionalidades como “PIX Cobrança”, “PIX Saque”, “PIX Agendado” e “PIX por Aproximação”.
O BC também prevê novidades para os próximos anos, como a cobrança híbrida, o uso para quitar duplicatas, o chamado “split tributário”, relacionado à reforma tributária, além do “PIX Internacional” e do “PIX em Garantia”. (veja detalhes mais abaixo nessa reportagem)
A instituição também informou que discute medidas contra o uso indevido do campo de descrição das transações, como o envio de mensagens ofensivas ou ameaçadoras, além da padronização dos chamados alertas de golpe.
Mensagens indevidas
“Originalmente concebido para que o pagador registre informações objetivas sobre o pagamento, esse campo tem sido utilizado, em algumas situações, para fins alheios ao propósito original, como veículo para mensagens ofensivas, intimidatórias ou ameaçadoras, frequentemente associadas a transferências de valor irrisório”, explicou o Banco Central.
Por conta disso, a instituição criou neste ano um grupo de trabalho no âmbito do Fórum PIX, com a participação de associações representativas do sistema de pagamentos.
O objetivo é discutir alternativas para preservar a integridade da ferramenta e a experiência dos usuários, sem comprometer as características essenciais do PIX.
“Com base nas conclusões desse trabalho, o BC avaliará e instituirá, se julgar necessário, as medidas regulamentares adequadas para coibir o uso inadequado do campo de mensagens”, concluiu o BC.
Alerta de golpe
O Banco Central informou que trabalha na evolução do chamado “alerta de golpe” para transferências via PIX.
A funcionalidade já é utilizada por algumas instituições para avisar os clientes sobre possíveis fraudes no momento em que uma transação é iniciada, com base em critérios considerados suspeitos pela própria instituição.
“O BC está discutindo com o mercado, no âmbito do Fórum PIX, como padronizar essa experiência, visando tornar essa padronização obrigatória por meio da definição de critérios mínimos para emissão desses alertas e da forma como devem ser enviados para os clientes”, informou a instituição.
Evolução nos últimos anos
O Banco Central não informa, no relatório de gestão do PIX, quando as novas funcionalidades serão lançadas.
Entretanto, em uma reunião do Fórum PIX realizada em março deste ano, o BC estimou para 2026 a implementação da cobrança híbrida, do pagamento de duplicatas e do split tributário.
Para os próximos anos, o BC prevê o “PIX Internacional” e o “PIX em Garantia”. Já o “PIX Parcelado” não foi citado no relatório. A padronização dessa modalidade poderia ampliar a competição entre os bancos e reduzir reclamações.
Para 2026
Próximos anos
➡️ No caso do PIX Internacional, o BC observou que parcerias entre instituições financeiras brasileiras e estrangeiras têm permitido a geração de QR Codes e a confirmação da transação em tempo real.
“O PIX é feito, em reais, instantaneamente da conta do brasileiro para a conta da instituição brasileira, que pode ser ou não um participante. Em um segundo momento, a instituição brasileira realiza a remessa de recursos para o exterior, da forma tradicional, sem usar a infraestrutura do Pix – que permite apenas transações domésticas –, fazendo com que os recursos sejam creditados em moeda local na conta do estabelecimento comercial na instituição parceira no exterior”, explicou o BC.
Pix Parcelado
➡️ O Banco Central não faz referência, em seu relatório, ao chamado PIX Parcelado, apontado pela instituição como uma alternativa para 60 milhões de pessoas que atualmente não têm acesso ao cartão de crédito.
💵 O parcelamento por meio do PIX já é oferecido por várias instituições financeiras como uma linha de crédito. O BC, porém, quer padronizar as regras, o que pode ampliar a competição entre os bancos e contribuir para a redução dos juros. Essa padronização ainda não tem prazo definido.
Foto reproduzida da Internet
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